"A Verdade e a Paz x A Mentira e a Guerra"
- NOVACULTURA.info

- há 40 minutos
- 3 min de leitura

Os aliados suspeitam, os cidadãos desconfiam e denunciam, a humanidade teme e sofre, o mundo inteiro é atacado pela lei do mais forte e pelo uso massivo da mentira para detonar as guerras pelo domínio global.
É o cenário cru da perplexidade mundial diante das últimas agressões do imperialismo, tentando consolidar a impunidade de seus crimes, substituir o Direito Internacional pela superioridade militar, pela chantagem das tarifas e pela pressão político-diplomática, econômico-financeira, bem como pela cumplicidade do silêncio, da permissividade ou da contemplação de outros.
Personagens apocalípticos como os congressistas anticubanos, que têm procurado todos os males para a população da Ilha e semear o ódio e a divisão entre famílias e entes queridos com fins perversos, pedem invasão militar e terra arrasada, conclamam ao suicídio e ao castigo massivo, em nome do anticomunismo, do fascismo e do anexionismo.
Bombardeiam a Revolução com mentiras e epítetos caluniosos, assim como seus líderes históricos, a geração que derrotou a sangrenta tirania de Batista, e as novas gerações que defendem as conquistas sociais e os direitos humanos de mais de seis décadas.
Tudo isso enquanto continuam investindo e ganhando milhões no lucrativo negócio da guerra contra Cuba em todas as esferas, inclusive recrutando, armando, preparando e enviando à morte mercenários e terroristas da Flórida ou de outras partes do mundo.
Os mesmos que deram as costas à sua comunidade cubana e hispânica residente na Flórida diante das perseguições, caçadas e deportações massivas de imigrantes são os que, em nome de uma falsa “liberdade”, chamam a morrer de fome, adoecer, deixar morrer seus filhos, pais ou avós: “sacrifiquem-se, voltem a ser escravos, cordeiros obedientes do norte”.
O ultraconservador Carlos Giménez, a controversa María Elvira Salazar e o não menos vingativo Mario Díaz-Balart encabeçam a lista de uma máfia histórica, acompanhada por outros representantes ou descendentes da oligarquia entreguista que secundou Fulgencio Batista na debandada de 31 de dezembro de 1958, dias ou meses depois, com milhões roubados do povo cubano ou com processos pendentes com a justiça.
É um grito pouco dissimulado que chama a regressar ao capitalismo desde Miami, junto com os verdugos, esbirros, mafiosos, terroristas e seus descendentes, que não passaram um único dia na prisão pelos mais de 20.000 assassinados em Cuba antes de 1959, e pelas mais de 3.500 vítimas mortais do terrorismo e mais de 3.000 feridos e mutilados ao longo destes 67 anos.
Com a mentira e a guerra tenta-se dominar o mundo, e Cuba é hoje uma peça no tabuleiro da geopolítica global, um alvo de ataque permanente, um símbolo da dignidade e da resistência, um governo do povo e para o povo, vítima dos planos maquiavélicos dos falcões, decididos a impor seu poder pela força das bombas, da intimidação, da fome e da morte.
A verdade e a paz têm sido sempre o caminho de Cuba, por maiores que tenham sido os desafios e as ameaças, sem medo e com a convicção de que nos assiste a razão daqueles que defendem sua autodeterminação, a independência, a soberania, as conquistas sociais e de justiça que são sagradas.
Isso não podem entender aqueles que só pensam em dinheiro e mais poder. Então, volta a luz de nosso José Martí, Herói Nacional de nossa independência, a iluminar-nos nestes dias de ameaças, e suas palavras são sempre impulso para o combate: “Quando há muitos homens sem decoro, há sempre outros que têm em si o decoro de muitos homens. Esses são os que se rebelam com força terrível contra aqueles que roubam aos povos sua liberdade, que é roubar aos homens seu decoro. Nesses homens vão milhares de homens, vai um povo inteiro, vai a dignidade humana.”
Do Granma




















.png)























































































































































Comentários