A saúde na RPDC para além das mentiras que lhe contam



Não é novidade para ninguém que a República Popular Democrática da Coreia é o país mais difamado no mundo, graças ao trabalho infame da mídia monopolista burguesa que se esforça para criar mentiras e fatos falsos sobre a vida e o governo dos norte-coreanos.


E a saúde é um tema que comumente é tratado de forma caluniosa, ignorando todos os avanços na saúde pública no país para tentar reforçar a imagem e a narrativa de que se trata de um povo dos mais miseráveis do mundo, com condições de vida horríveis.


Não há muito tempo, a Anistia Internacional, mais uma dessas organizações internacionais dedicadas a servir os interesses do seu amo ianque, produziu um relatório no qual se dizia que a RPDC não conseguia atender as necessidades sanitárias básicas do seu povo. Tal peça de propaganda que se baseou somente em relatos de desertores norte-coreanos e profissionais de saúde que nunca pisaram no norte da Península Coreana.


Até mesmo a ex-diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, teve que vir a público para afirmar que o país não enfrenta "falta de médicos e enfermeiras" e que tal relatório não era científico e estava desatualizado. Em 2019, Chan visitou a Coreia do Norte e afirmou que seu sistema de saúde era “motivo de inveja pelo mundo em desenvolvimento”.


E mesmo no momento atual, no qual todo o planeta enfrenta a maior pandemia de sua época, com a Coreia Popular tendo dado exemplo no combate e na prevenção do novo coronavírus, as mentiras não param de ser difundidas.


Um diretor da Academia de Ciências Médicas do Ministério de Saúde Pública da RPDC teve que dar uma declaração para repudiar a nova mentira difundida na mídia ocidental sobre uma suposta situação preocupante com as crianças norte-coreanas em meio a pandemia. A acusação, oriunda de supostos especialistas da ONU, dá conta de que as crianças não estão recebendo um tratamento adequado às suas necessidades, inclusive nutricionais, devido ao esforço do país em adotar medidas preventivas contra a COVID-19.


Conforme o comunicado publicado no site Naenara, o diretor, além de rechaçar a acusação de que as crianças estão passando fome, deixou claro o objetivo por detrás de mais uma tentativa de caluniar o governo. Afirmou que “Se pretendem provocar o confronto Norte-Sul injuriando até mesmo crianças inocentes, cometerão um crime jamais perdoável para as gerações vindouras, sejam quais forem suas intenções e tenham sido instigados ou não por alguém. Em minha opinião, devemos examinar seriamente se a ‘cooperação humanitária’ que se desenvolve no âmbito da ONU e de entidades não governamentais nos ajuda efetivamente. Nosso estado assume total responsabilidade pela saúde e futuro das crianças coreanas”.


Basta ter um pouco de honestidade para pesquisar e identificar que a Coreia Popular, ao longo de décadas de resistência e construção socialista, foi capaz de estabelecer um genuíno sistema de saúde pública para o seu povo.


Na Coreia do Norte, a saúde pública é um dos setores mais importantes para proteger a vida dos cidadãos e promover sua saúde, e coloca como tarefa fundamental melhorar suas vidas.


Quando a Guerra da Libertação da Pátria estava em seu auge, no esforço de derrotar a invasão armada dos imperialistas dos EUA, o país adotou a decisão "Sobre o reforço do sistema de atendimento médico gratuito", em 13 de novembro de Juche 41 (1952), como um parte das medidas para estabilizar a vida do povo e cuidar de sua vida e saúde de forma responsável - mesmo sob as difíceis condições de guerra - e reforçou a assistência médica gratuita universal a cargo do Estado a partir de 1º de janeiro de 1953. A Constituição Socialista da RPDC (dezembro de 1972) e a Lei de Saúde Pública (abril de 1980) garantem firmemente que qualquer cidadão norte-coreano tenha direito à assistência médica gratuita e de forma ampla.


Hospitais modernos - incluindo o Hospital Kim Man Yu, o Hospital Infantil de Okryu, o Instituto de Tumores Mamários do Hospital de Maternidade de Pyongyang, o Hospital Geral de Oftalmologia Ryugyong e o Hospital de Odontologia Ryugyong - foram construídos em Pyongyang e em diferentes partes do país. Diversos equipamentos públicos de serviços médicos, como hospitais, clínicas e estações de primeiros socorros, estão localizadas em todos os lugares onde vivem trabalhadores, incluindo em ilhas e aldeias montanhosas remotas e ilhas distantes, além de também haver estrutura médica por toda a indústria do país.


O Estado norte-coreano provê assistência médica gratuita a todos os trabalhadores, sem distinção de sexo, idade, local de residência e profissão, e dá atenção especial à saúde da criança e da gestante. Um sistema ordenado de serviços de telemedicina é estabelecido no país entre hospitais centrais, provinciais, urbanos e distritais. O Estado se empenha nos serviços higiênico-profiláticos para melhorar o meio ambiente e prevenir doenças que afetam os trabalhadores. Também se aplica o sistema no qual os médicos atendem um certo número de famílias e locais de trabalho para fazer exames regulares e oferecer a assistência médica necessária aos seus membros.


Assim como fez os cubanos e a sua revolução, os coreanos também dão o exemplo e confirmam que somente o socialismo pode fazer um país avançar e garantir efetivamente todos os direitos ao seu povo, inclusive o direito à saúde.

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