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"Fidel respondeu então como se fosse hoje"

  • Foto do escritor: NOVACULTURA.info
    NOVACULTURA.info
  • há 14 minutos
  • 2 min de leitura

 

No final do mês de outubro de 1958, a Rádio Rebelde divulgou um comunicado do Comandante-em-Chefe Fidel Castro Ruz, no qual ele denunciava que o ditador Fulgencio Batista, em conluio com o embaixador dos Estados Unidos em Cuba e com o apoio do Departamento de Estado, articulou manobras com o propósito de envolver o Exército Rebelde em um confronto contra o Governo daquele país.

 

A primeira tentativa ocorreu no início do mês de julho, quando o Estado-Maior do exército batistiano ordenou que suas tropas abandonassem a custódia do aqueduto de Yateritas, que abastecia a Base Naval de Guantánamo; e solicitaram, por sua vez, que os fuzileiros navais ianques os substituíssem, com o propósito de provocar um incidente armado entre marinheiros norte-americanos e rebeldes cubanos em nosso território.

 

Em seguida, o Governo retirou a guarnição militar que estava aquartelada na fábrica de Níquel de Nicaro sem que fosse atacada e, como era lógico, o local foi ocupado pelo comando rebelde. Posteriormente, soube-se que soldados batistianos desembarcariam naquele ponto, o que provocaria, inevitavelmente, um choque entre os soldados do Governo e os rebeldes, com o grave perigo de afetar a segurança dos empregados ianques.

 

De acordo com o comunicado de Fidel lido pela Rádio Rebelde, em 25 de outubro de 1958 ocorreu outro incidente imprevisto quando dois cidadãos estadunidenses e sete cubanos, trabalhadores da Texaco, que transitavam em um veículo, foram detidos por uma patrulha rebelde que havia preparado uma emboscada diante do avanço dos soldados da tirania. Posteriormente, eles foram libertados.

 

Esses percalços foram aproveitados imediatamente pelo Departamento de Estado ianque para proferir uma ameaça contra a integridade do nosso território e a soberania do povo.

 

Aquelas provocações foram denunciadas desde a Sierra Maestra há muitos anos, e em essência seus objetivos são similares às instigadas agora desde os Estados Unidos para tentar desestabilizar o país, e que foram condenadas na mais recente Declaração do Governo Revolucionário nos termos mais enérgicos, diante da nova escalada que busca impor um cerco absoluto aos fornecimentos de combustível à Ilha.

 

Nosso povo, que resistiu e resiste heroicamente por mais de 60 anos a um genocida bloqueio aplicado pelo Governo dos EUA, que se incrementou com a aprovação de mais de 270 medidas contra Cuba durante a primeira administração do presidente Trump, responderá sem hesitação a qualquer tentativa de desestabilizar a Pátria.

 

A resposta de Fidel naquele momento às ameaças do governo ianque foi contundente, e diante das provocações de agora, também suas palavras mantêm plena vigência:

 

“É bom advertir que Cuba é um país livre e soberano, desejamos manter com os Estados Unidos as melhores relações de amizade. Não queremos que entre Cuba e os Estados Unidos surja jamais um conflito que não se possa resolver dentro da Razão e do Direito dos Povos…

 

“Há Deveres para com a Pátria que não se podem deixar de cumprir custe o que custar. A um país grande e poderoso como os Estados Unidos não o honram as palavras e ameaças que encerram as últimas declarações de vocês. As ameaças têm virtualidade entre a gente covarde e submissa, mas não a terão jamais com os Homens que estejam dispostos a morrer em defesa de seu Povo”.

 

Do Granma

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