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Povo filipino responde a Trump que as Filipinas não é uma fazenda!


O imperialista-fascista ianque Donald Trump, em seu tour pela Ásia, passou nesses últimos tempos pelas Filipinas, país submetido à brutal dominação imperialista por parte dos Estados Unidos e tido por estes como satélite no Sudeste Asiático, como trampolim para as guerras de agressão na Ásia e Oceania, fornecedor de matérias-primas, produtos agrícolas, mão de obra barata, e mercado de quinquilharias. Não por coincidência, fora recebido aos beijos e abraços pelo gerentão reacionário Rodrigo Duterte que, a despeito de em seu período de campanha eleitoral ter realizado uma ampla demagogia nacionalista burguesa, propondo-se inclusive a cooperar com o Partido Comunista das Filipinas na realização de reformas democráticas e nacionais, mostrou-se um verdadeiro pró-imperialista.

Nos últimos dias, o povo filipino tomou as ruas da capital Manila e de outras grandes cidades das Filipinas para protestar contra a passagem de Donald Trump pelo país. Por intermédio da Frente Democrática Nacional, organizações de massas de operários, camponeses e assalariados rurais, populações tradicionais, estudantes, cientistas, mulheres e demais deflagraram grandes ações contra o chefe do imperialismo ianque. O regime de Duterte saiu em socorro do imperialismo norte-americano e deflagrou uma onda repressiva que resultou em centenas de presos, em mais de cento e cinquenta feridos.

Absurdamente, após esse número enorme de feridos e presos, Trump declarou de forma tipicamente imperialista e racista que as Filipinas são "uma bela de uma fazenda", "uma importantíssima localização militar", demonstrando as reais