"A intenção de armamento nuclear do Japão deve ser estritamente contida"
- NOVACULTURA.info
- há 21 horas
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Nestes dias, o novo gabinete do Japão recorre a perigosíssimas manobras militares que deixarão de boca aberta seus poderes anteriores, o que chama a atenção do interior e do exterior do país.
A camarilha governante japonesa multiplica a capacidade de ataque preventivo com a ambição de transformar seu país em um Estado de guerra, atenua a restrição da exportação de armas e reexamina os “três princípios de desnuclearização”. Coordenando assim a política sobre a segurança militar, expõe abertamente a cobiça de possuir armas nucleares, o que está proibido para um país criminoso de guerra.
Há pouco tempo, um alto funcionário do governo japonês insistiu na posse de armas nucleares por seu país, referindo-se ao “ambiente de segurança periférica cada vez mais rigoroso” e à “necessidade de consolidar o dissuasivo independente”.
Essa loucura extremamente provocativa não é um deslize de linguagem nem uma obstinação temerária, mas uma demonstração direta da intenção de armamento nuclear que esse país vem acalentando há muito tempo, razão pela qual constitui um desafio frontal tanto à Constituição do Japão quanto ao Direito Internacional, que estipula os deveres a serem cumpridos pelo país derrotado na guerra.
Tal imprudência de um alto funcionário que assessora o governo acerca da política de segurança comprova que o círculo político do Japão está repleto da intenção de dotar-se de armas nucleares e revela plenamente a natureza belicosa e agressiva do Japão.
Durante a Segunda Guerra Mundial, esse país empreendeu sigilosamente o desenvolvimento de armas mortíferas e, após sua derrota nesse conflito, veio assentando a base capaz de fabricá-las a qualquer momento, restando-lhe apenas a decisão política, o que é o entendimento da comunidade internacional.
Como todos sabem, aproveitando a situação criada na Ucrânia, o Japão se obstina na “teoria do compartilhamento nuclear”, que consiste em desdobrar em seu território as armas nucleares dos EUA e empregá-las conjuntamente, e pretende somar-se à “AUKUS”, aliança nuclear dos anglo-saxões, buscando assim de forma afanosa a possibilidade e a saída para satisfazer sua cobiça.
Tão logo se divulgou a informação de que os EUA permitiram à República da Coreia a posse de um submarino nuclear, figuras de alto escalão do governo japonês, como o diretor do secretariado do gabinete e o ministro da Defesa, começaram a advogar a necessidade de dotar-se dessa propriedade nuclear, artigo proibido até hoje.
Essa realidade irrefutável insinua que as autoridades japonesas fazem esforços desesperados pelo armamento nuclear, sondando a reação interna e externa à sua ambição malsã e fazendo circular uma opinião pública para habituar-se a ela.
O Japão é um país patife que pode voltar a desencadear uma guerra de agressão depois de dotar-se de armas nucleares em uma oportunidade favorável que lhe surja.
O verdadeiro objetivo de sua insistência na “ameaça periférica” reside também em racionalizar suas manobras destinadas a tornar-se uma potência militar dotada de armas de extermínio em massa.
O Japão fala de um “mundo livre de armas nucleares” sob o rótulo de “único país do mundo prejudicado pela bomba atômica”, por um lado, e, por outro, tenta possuir essas armas. Essa conduta cínica e dupla é uma grave ameaça que deve ser condenada pela comunidade internacional com grande cautela e uma loucura que alarma os países da região.
A história de agressão do Japão testemunha que se imporá uma formidável calamidade à humanidade, para não falar dos países asiáticos, caso esse país delinquente venha a colocar em suas mãos as armas nucleares.
A humanidade progressista, amante da justiça e da paz, deve conter as aventuras militares do Japão, que aquece sua cabeça com o armamento nuclear sob o amparo dos EUA, negando seu passado criminoso.
Do MINREX da República Popular Democrática da Coreia






















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