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"Nenhum agressor, por mais poderoso que seja, encontrará rendição em Cuba"

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  • há 10 horas
  • 2 min de leitura

 

“O presidente dos EUA eleva suas ameaças de agressão militar contra Cuba, uma escalada perigosa e sem precedentes. A comunidade internacional deve tomar nota e, junto ao povo dos EUA, determinar se será permitido um ato criminoso tão drástico para satisfazer os interesses de um grupo pequeno, porém rico e influente, com ânsias de revanche e dominação”.

 

Assim escreveu em sua conta na rede social X o Primeiro Secretário do Comitê Central do Partido e Presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, após as novas ameaças e sanções impostas pelo governo norte-americano à Maior das Antilhas.

 

“Nenhum agressor, por mais poderoso que seja, encontrará rendição em Cuba. Esbarrará com um povo decidido a defender a soberania e a independência em cada palmo do território nacional”, afirmou o mandatário cubano.

 

Anteriormente, o membro do Bureau Político e ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, também havia classificado na mesma rede social como “repudiável, mas curioso e ridículo” a imposição dessas novas medidas coercitivas unilaterais ilegais e abusivas por parte da administração dos Estados Unidos contra Cuba.

 

Da mesma forma, assinalou que a reação da Casa Branca se deve ao resultado do movimento “Minha assinatura pela Pátria”, que concluiu com o apoio de “seis milhões de cubanas e cubanos (81% da população maior de 16 anos) em defesa da Pátria ameaçada militarmente, na denúncia do bloqueio recrudescido e do cerco energético”.

 

A resposta de caráter ilegal e extraterritorial de Washington trata-se de uma nova ordem executiva que, assim como a emitida no passado 29 de janeiro, classifica a nação caribenha como uma ameaça incomum e extraordinária para a segurança nacional e a política externa dos Estados Unidos, o que não deixa de ser uma justificativa para intensificar o bloqueio que persiste há mais de seis décadas, tentando asfixiar a população cubana.

 

As novas medidas, que entram em vigor com efeito imediato, compreendem ações econômicas contra entidades e pessoas de Cuba, bem como estrangeiras ou norte-americanas que, por meio de setores-chave para o desenvolvimento do país, como energia, mineração e serviços financeiros, possibilitem a entrada de divisas na Maior das Antilhas.

 

Do Granma

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