"As fábricas aos operários!"
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Em 10 de agosto deste ano, completa-se o 80º aniversário da promulgação da Lei de Nacionalização das Indústrias de Base.
Na primeira metade do século passado, quando a Coreia estava sob a ocupação militar do imperialismo japonês, a maior parte da indústria do nosso país estava monopolizada pelos japoneses e por capitalistas dependentes, o que restringia em grande medida o desenvolvimento da economia nacional.
Em agosto de 1945, o povo coreano conquistou a libertação da pátria e se levantou na construção de uma nova sociedade. Para ele, a nacionalização das indústrias se apresentou como um problema importante.
Somente com a solução desse problema seria possível eliminar totalmente a base econômica dos imperialistas japoneses e de seus fantoches, superar as consequências da dominação colonial, emancipar para sempre a classe operária da subjugação e da exploração colonialistas, garantir o desenvolvimento independente da economia nacional e construir um Estado soberano e independente, próspero e poderoso.
O Presidente Kim Il Sung manteve com firmeza a posição de que todas as antigas propriedades do imperialismo japonês, sobretudo suas fábricas e empresas, deveriam passar às mãos do povo coreano, já que os imperialistas japoneses haviam sido derrotados e a libertação do país havia sido alcançada, e, partindo da realidade concreta do país, colocou a nacionalização das indústrias como uma tarefa importante da revolução democrática anti-imperialista e antifeudal.
Com esse propósito, lançou a palavra de ordem “As fábricas aos operários!” e orientou que se controlassem as fábricas e empresas pertencentes aos imperialistas japoneses, que se restabelecesse e reajustasse o que havia sido destruído, e que se estabelecesse um sistema ordenado de controle e administração dos órgãos do Poder Popular sobre elas.
Com base nisso, foi promulgada, em 10 de agosto de 1946, a Lei de Nacionalização das Indústrias, dos Transportes, das Comunicações, dos Bancos etc.
Como resultado, 1.034 fábricas e empresas, que representavam mais de 90% das indústrias do país, passaram a ser propriedade de todo o povo.
por Kim Wi Hyok, no Naenara









































































































































