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"A verdade é um inimigo direto da ocupação sionista e o alvo contra jornalistas é um crime de guerra"

  • Foto do escritor: NOVACULTURA.info
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  • 12 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

A Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) lamenta os mártires da verdade da equipe da Al Jazeera em Gaza: os jornalistas mártires Anas al-Sharif e Muhammad Qreiqa, e os cinegrafistas Ibrahim Zahir e Muhammad Nofal, que foram martirizados em consequência de um ataque direto e deliberado contra a tenda dos jornalistas em frente ao Hospital al-Shifa, em um crime de guerra sionista completo, que reafirma que esta ocupação não conhece qualquer significado de humanidade ou de lei.

 

Este ataque brutal ocorreu dentro de um hospital e no momento em que os jornalistas exerciam seu nobre trabalho, documentando com som e imagem a tragédia do nosso povo e o sofrimento dos civis. É uma prova de que a ocupação considera a verdade um inimigo direto e busca, por todos os meios, silenciar toda voz livre, honesta e corajosa.

 

A FPLP considera que este crime é um perigoso indício da intenção da ocupação de cometer os crimes mais atrozes em Gaza, e de seu afã desenfreado para apagar qualquer cobertura midiática que revele suas atrocidades.

 

A FPLP enaltece o papel heroico e profissional do mártir Anas al-Sharif, cujas reportagens eram uma ponte que transmitia a tragédia de Gaza ao mundo, juntamente com seus colegas que eram a voz das vítimas, a imagem da dor e o grito dos famintos sob o cerco — o que levou a ocupação a assassiná-los para quebrar a câmera e sufocar a verdade.

 

Enquanto a ocupação propaga falsamente estar permitindo a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, sua mão manchada de sangue executa um massacre contra uma equipe jornalística civil, que não carregava senão um microfone e uma câmera — mas que, para ela, era a arma mais perigosa.

 

A FPLP alerta que o silêncio internacional diante dos crimes da ocupação contra jornalistas é uma parceria no crime, e conclama os sindicatos de jornalistas e de imprensa, a Federação Internacional de Jornalistas e as organizações de direitos humanos a agirem com urgência para deter os massacres e levar os líderes da ocupação aos tribunais internacionais.

 

A Frente apresenta à Al Jazeera e a todos os jornalistas suas mais calorosas condolências, afirmando que a voz da verdade não será morta, que a câmera continuará sendo testemunha do crime, e que o sangue dos mártires se transformará em um grito estrondoso que perseguirá os assassinos, os criminosos e todos que encobrem seus crimes.

 

Frente Popular para a Libertação da Palestina

 

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