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O governo Bolsonaro e o desmonte do Banco do Brasil



O governo de subjugação nacional de Jair Bolsonaro segue cumprindo o dever que assumiu diante das classes dominantes brasileiras e do imperialismo ao ser aceito como gerente desta semicolônia: demolir qualquer resquício de independência real que possa ter restado em nossa nação e criar as melhores condições possíveis para a máxima exploração de nosso povo. Sucatear para privatizar as empresas estatais e manter o desemprego em um patamar elevado, de modo a pressionar os salários para baixo, fazem parte desse projeto.


Em perfeita consonância com esses objetivos, a direção do Banco do Brasil anunciou em janeiro deste ano uma “reestruturação” da empresa, que nada mais é do que um Plano de Demissão Voluntária (PDV), que pretende reduzir 5 mil trabalhadores do quadro de funcionários e fechar 361 unidades de atendimento em todo o país. Tal medida apenas servirá para vender ilusões de uma saída “vantajosa” para os trabalhadores que poderão aderir o plano, a piora das condições de trabalho e uma exploração ainda mais intensa dos trabalhadores que permanecerem empregados no banco.


Outra consequência previsível, decorrente