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Stalin: "Viva o Primeiro de Maio!"



Camaradas!

Desde o século passado os operários de todos os países decidiram festejar todos os anos este dia, o dia do Primeiro de Maio. Isso aconteceu em 1889, ano em que, no congresso dos socialistas de todos os países, realizado em Paris, os operários decidiram que justamente hoje, no dia Primeiro de Maio, quando a natureza desperta do sono invernal, os bosques e as montanhas cobrem-se de verde, os campos e os prados ornam-se de flores, os raios do sol tornam-se mais tépidos, vibra no ar a alegria do renascimento e a natureza abandona-se à dança e ao júbilo – decidiram eles que justamente hoje se declarasse ao mundo inteiro, altissonante e abertamente, que os operários trazem à humanidade a primavera a libertação das cadeias do capitalismo, que os operários são chamados para renovar o mundo em nome da liberdade e do socialismo.

Todas as classes têm as suas festas preferidas. Os nobres instituíram as suas festas em que proclamavam o seu “direito” de espoliar os camponeses. Os burgueses têm a suas, em que “justificam” o “direito” de explorar os operários. Também os padres têm suas festas, e exaltam nelas a ordem social existente, pelas quais trabalhadores morrem na miséria e os mandriões rebolcam-se no luxo.

Também os operários devem ter a sua festa e nela devem proclamar: trabalho para todos, liberdade para todos, igualdade para todos os homens. Esta é a festa do Primeiro de Maio.