1/10

"Coreia Popular e a luta contra o Apartheid"


A amizade entre as massas populares da Coreia e vários outros países oprimidos foi moldada e levada a cabo conjuntamente através de sua luta comum contra o Imperialismo e o objetivo da construção do socialismo. Eles também partilham uma história comum em torno da dominação colonial opressora. Assim como o povo coreano lutou contra seus opressores do Japão Imperial, por exemplo, o povo zimbabuano também lutou contra o Estado colonial da Rodésia, anteriormente a colônia britânica conhecida como Rodésia do Sul. Assim como em muitos países africanos, o Exército Popular da Coreia combateu junto de combatentes anticoloniais e fornecia treinamento para o braço armado da União Nacional Africana Zimbabuana (ZANU) - o Exército de Libertação Nacional do Zimbábue (ZANLA). O ZANU (que se fundiu com a União do Povo Africano do Zimbábue em 1987 e formaram o ZANU-PF) era demonizado por racistas como Margaret Thatcher e David Cameron, pela mesma razão que Nelson Mandela e o Congresso Nacional Africano eram demonizados pelas mesmas pessoas. O que os racistas temiam eram Estados Africanos democráticos, governados pelos seus povos originários e a abolição dos regimes de apartheid que governavam. Quando os imperialistas apoiaram os regimes de apartheid da África do Sul, da Sudoeste Africano (hoje Namíbia) e da Rodésia (atual Zimbábue), as forças progressistas ficaram ao lado do povo combatente. O Presidente Kim Il Sung, que muitos povos combatentes do Terceiro Mundo reconheceram como um campeão do socialismo e da libertação nacional, abriu seus braços para aqueles que precisavam de sua ajuda. A República Popular Democrática da Coreia (RPDC) pode ser um país pequeno, mas a Coreia do Presidente Kim Il Sung sempre esteve aberta àqueles que precisavam de apoio. Na época que os povos que sofriam sob os regimes de apartheid derrotaram os governos racistas, não houve um único movimento de libertação nacional vitorioso que não obteve o apoio da RPDC.