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"Al-Shabaab manda na Somália"


Os bandos fundamentalistas após quedas de coronel Gadaffi e Hosni Mubarak e aquecer o crescimento da al-Qaeda e Daesh através do financiamento da Arábia Saudita, Qatar e os Emirados Árabes Unidos, espalhar desmarcada pela Maghreb e praticamente toda a extensão do Sahel, do Oceano Índico ao Atlântico, estão agora se afastando e abroqueladas em geografias cada vez menores, como o Boko Haram na Nigéria ou múltiplas organizações que operam entre a Mauritânia, no sul da Argélia, norte do Mali, oeste do Níger, que, como visto nos resultados não poderiam forjar sua unidade sob a bandeira da Jamaat Nusrat al-Islam wa al-Muslimin (Frente de Apoio Islã e os muçulmanos) que em mais de um ano de integração, não foram capazes de articular uma resistência contra unidades francesas da Operação Barkhane, a presença fantasmagórica de tropas norte-americanas às vezes mais ou menos visiveis que aparecem na fronteira entre o Níger e Mali. Diante dessa realidade, só se reserva ações cada vez mais enlouquecidas e sanguinárias, que nada as aproxima da possibilidade de seu anseio final da criação do califado. Neste mapa africano da derrota Wahhabi pelo colapso na Síria e no Iraque, o terrorismo fundamentalista tem apenas duas frentes consolidadas, por um lado o Afeganistão, onde o Talibã regula a guerra à sua vontade, uma guerra duas bandas de um lado o exército afegão, apoiado pelos EUA e outros limitado embora em crescimento do Daesh Khorasan não só tentar ganhar uma posição no Afeganistão, mas também sonha com o Paquistão, as ex-repúblicas soviéticas da Ásia Central, Irã e Índia muçulmana. A segunda frente mais ativa para o terrorismo é a Somália, onde as milícias al-Shabaab, após vários anos de declínio, depois de sua expulsão de Mogadíscio em 2011 e realizaram em 2012 seu juramento de lealdade a al-Qaeda global, ataque o governo somali, perpetrando atentados constantes e devastadores no coração da capital, o mais mortífero ocorreu em 14 de outubro, quando um caminhão-bomba explodiu a poucos quarteirões do palácio presidencial, deixando cerca de 600 mortos, mais de 230 feridos e cerca de 60 desaparecidos, desintegrados pelos efeitos do poder da explosão. Também nas zonas rurais, os ataques a quartéis tanto da Somália como da AMISON (Missão Afri