A mulher cubana em todos os fronts


Com o ânimo de reconhecer o desempenho inigualável daquelas que realizam ações a favor do progresso da mulher cubana na defesa da obra revolucionária, na quarta-feira, 19 de agosto, no Salão de Protocolo El Laguito, um total de 37 pessoas destacadas recebeu a Distinção 23 de agosto. Conferida pela Federação das Mulheres Cubanas (FMC), e por ocasião de celebrar seu 55º aniversario, outorgou-se a distinção a um grupo de companheiras e companheiros por sua trajetória de trabalho e social, seus valores éticos e revolucionários, sua atitude exemplar no âmbito político, jurídico, científico, produtivo, artístico, cultural e esportivo, e “por acumularem importantes méritos contribuindo a enaltecer o papel da mulher cubana”, referiu Arelys Santana Bello, segunda-secretária desta organização. José Ramón Machado Ventura, segundo secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba (PCC) e vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, indicou que a mulher cubana “se destaca, tem que estar e está em todos os fronts de nosso país”. “Ela pode hoje participar em todos os setores e tarefas de nossa sociedade e está à altura de qualquer dentro desses setores”, insistiu. “Contamos com ministérios que têm mais mulheres que homens e que, incluso, são dirigidos por mulheres. No sistema judicial, por exemplo, as mulheres promotoras são as que mais abundam”. Machado sublinhou o caráter rejuvenescedor da organização, e enfatizou em que há de continuar oferecendo a atenção necessária, mudando os métodos acorde aos momentos que estamos vivendo, mas tudo com a certeza e consciência de que a base está e continuará “bem formada e enraizada”. O ato foi presidido, ainda, por Teresa Amarelle Boué, membro do Comitê Central do Partido e secretária-geral da FMC. Yunidis Castillo, milticampeã paralímpica e uma das federadas que recebeu a distinção, expressou seu orgulho por, desde seu papel como atleta, pôr no alto o nome da mulher cubana: “exemplo de empenho, vontade e de saber crescer-se perante as dificuldades”. Olga Lidia Jones Morrinson, vice-presidenta do Supremo Tribunal Popular, acrescentou que tem o prazer de trabalhar em uma instituição na qual mais de 80% dos juízes são mulheres, o qual outorgou um matiz diferente ao trabalho da judicatura cubana, e que não teria a mesma envergadura sem as contribuições da FMC e o empoderamento que adquiriu a mulher cubana com a passagem do tempo.

do Granma

NOVACULTURA.info

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