top of page

___ VEÍCULO DE INFORMAÇÃO DA URC

NOVACULTURA.info

Marxismo-leninismo e lutas revolucionárias dos povos do mundo

FUNDO-LIVROS-Internacionais.png

Compre os quatro volumes da obra "História das Três Internacionais" de William Z. Foster com até 40% de desconto no pacote promocional

___ PROMOÇÃO

História das Três Internacionais

"Desde cada coração comprometido"

Foto do escritor: NOVACULTURA.info
NOVACULTURA.info
há 6 minutos
2 min de leitura

Ainda sob garoa, os persistentes não renunciam a atiçar o fogo, com lenha seca ou com um pouco daquele carvão vegetal que faz guerra ao cerco energético imperial a partir de milhares de lares.

 

Então começa a aparecer um vizinho por aqui, outro por ali e mais gente que não se rende, para contribuir com “um pouco” daquilo que muitas vezes é “tão” difícil de conseguir hoje… Mas a caldosa vai!

 

E por que não antes? Ou por que não em outro momento do calendário? É que o 28 de setembro é um só. Assim como únicos também são os Comitês de Defesa da Revolução (CDR). Ninguém perca tempo nem queime créditos de celular procurando uma organização ou uma experiência igual em todo o planeta. Nasceram em 1960 como criação genuína de Fidel. E isso é preciso reconhecer, celebrar, manter e perpetuar.

 

Sua origem não obedeceu a capricho ou ocorrência fortuita. A jovem Revolução precisava deles. Com sua perversidade congênita, o inimigo externo e interno movia céus e terra para sabotar, fazer dano, criar medo, semear pânico, dividir, prejudicar a economia, o Estado, o Governo, a sociedade…

 

Só que Fidel é Fidel e, ao regressar dos Estados Unidos, diante de uma maré de povo concentrado junto ao Palácio Presidencial, “apareceu” com aquilo que jamais teriam imaginado a Casa Branca, a CIA, a contrarrevolução interna:

 

“Vamos estabelecer um sistema de vigilância revolucionária coletiva… para que o povo vigie, para que o povo observe, e para que vejam que, quando a massa do povo se organiza, não há imperialista, nem lacaio dos imperialistas, nem vendido aos imperialistas, nem instrumento dos imperialistas que possa se mexer”.

 

“Agora sim, nos demos mal” — devem ter pensado os bufões que minutos antes haviam feito estourar duas ou três bombinhas para “impressionar”.

 

O resto ficaria a cargo de cada quarteirão, de cada bairro, no contexto de um fenômeno que multiplicaria olhos, olhares, defesa, enraizamento, senso de pertencimento e que, convertido em escudo, permitiu neutralizar milhares de atos hostis e garantir o sono tranquilo do país inteiro.

 

Para alguns, os CDR já não são os mesmos de então. Claro que não. Passaram-se 66 anos, o momento é diferente, há novas gerações, as circunstâncias são outras, o país se transforma e se adapta… Mas atenção: o inimigo é “piormente o mesmo” e idêntica é a necessidade de não ceder a ele “nem um tiquinho assim”, como recomendou magistralmente o Che.

 

Por isso há e tem de haver CDR por muito tempo, para sempre. E também por isso, o Herói da República de Cuba, Gerardo Hernández Nordelo, seu coordenador nacional, reiterou com toda a clareza, há um ano, em Ciego de Ávila, algo que nunca devemos esquecer:

 

“Não podemos ficar ancorados no passado, os tempos mudam e a Cuba de hoje enfrenta novos desafios… Participação comunitária e diálogo aberto não podem faltar neste momento em que será preciso mudar os métodos de luta, mas jamais renunciar ao combate. A Revolução se faz a partir de cada lar, de cada quarteirão, de cada bairro e de cada coração comprometido”.

 

Do Granma

capa41 miniatura.jpg
PROMOÇÃO-MENSAL-agosto 2026.png
  • TikTok
  • Instagram
  • Facebook
  • Twitter
  • Telegram
  • Whatsapp
JORNAL-BANNER.png
bottom of page