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"Enquanto a ONU não tem coragem para condenar o genocídio na Palestina, preocupa-se com satélite da RPDC"

 

No dia 28, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, expressou, através do seu porta-voz, uma posição que “condena categoricamente” o justo lançamento de um satélite de reconhecimento militar pela RPDC, chamando-o de uma chamada “resolução de violação” do Conselho de Segurança da ONU.

 

Manifesto desprezo pelo comportamento repetido e errôneo do Secretário-Geral da ONU que denunciou insolentemente as atividades soberanas da RPDC que exercia o direito geral de utilização do espaço, concedido a todos os países.

 

Não importa o quanto esteja sob a influência política dos EUA e dos países ocidentais e não tenha um julgamento independente e objetivo sobre a questão da Península Coreana, o Secretário-Geral da ONU deve falar com base na sua própria posição e julgamento racional sobre todos os detalhes da situação.

 

Contudo, além da demonstração de preocupação, repetiu sem hesitação bobagens como “condenação”, as mesmas emitidas pelo alto-falante do Departamento de Estado dos EUA, de tal forma que ele próprio manchou a sua posição como funcionário internacional que assume responsabilidade perante a organização, em vez de agir sob o controle de qualquer governo fora deste órgão.

 

Não consigo conter a pena, a surpresa e o desespero perante o comportamento verbal parcial e insensato deste fantoche dos Estados Unidos.

 

Sem coragem e disposição para criticar Israel, que leva a cabo um genocídio diante da sociedade internacional e dos EUA, que o protegem, o secretário-geral da ONU não tem legitimidade para censurar o direito soberano que a RPDC exerce, assim como outros países.

 

Desejo que não deixe uma má reputação como o Secretário-Geral mais indefeso e vacilante da história da ONU e aconselho-o a que, antes de falar sobre a RPDC, deve meditar sobre o seu dever assumido ao abrigo da Carta da ONU e de outras leis internacionais.

 

Aproveito esta oportunidade para expressar séria preocupação com a tentativa do Conselho de Segurança da ONU de convocar novamente a reunião aberta que irá questionar o lançamento legítimo de satélites da RPDC, a pedido dos bandidos dos EUA e dos seus acólitos, e para alertar para as consequências catastróficas que tal imprudência trará.

 

Por isso não cumpre o seu dever e papel no cessar-fogo na Faixa de Gaza, que é a tarefa premente da sociedade internacional, devido à atitude injusta dos EUA, o Conselho de Segurança não tem a qualidade ou o direito de questionar o exercício do justo de um Estado soberano.

 

Para a RPDC, o lançamento de um satélite de reconhecimento militar não é apenas um trabalho indispensável para reforçar a capacidade de autodefesa, mas também uma questão fatal de defender ou não o direito independente.

 

E para a sociedade internacional torna-se um problema essencial manter ou não a igualdade de soberania e a não intervenção nos assuntos internos, estipulada na Carta da ONU.

 

As ações tendenciosas do Conselho de Segurança da ONU que denegriram a confiança e a fama da sua organização causarão inevitavelmente um resultado trágico de autodestruição.

 

Jamais perdoaremos todas as tentativas de forças hostis que visem violar a esfera inviolável do exercício da soberania, nem retrocederemos no caminho de possuir sem falta a capacidade de reconhecimento cósmico, sem ouvir os outros.

 

Declaração de Kim Son Gyong, vice-ministro responsável pelas organizações internacionais do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

 

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