Giap: "A Histórica Campanha de Dien Bien Phu"

08/05/2020

 

Dien Bien Phu é uma longa planície com dezoito quilômetros de comprimento e seis a oito de largura, na zona montanhosa do noroeste. É a maior e mais rica das quatro planícies desta região de montanhas, próxima de fronteira com o Laos. Situa-se na junção de estradas importantes, para nordeste em direção a Lai Chau para leste e sudeste em direção a Tuan Giao, Son La e Na San, para oeste em direção a Luang Prabang, e para o sul em direção a Sam Neua. No teatro de operações de Bac Bo e do Alto Laos, Dien Bien Phu é uma posição estratégica da maior importância, capaz de se transformar numa base aérea e de infantaria extremamente eficaz.

 

A princípio, encontravam-se em Dien Bien Phu apenas dez batalhões inimigos, mas foram gradualmente reforçados para fazerem face à nossa ofensiva. Quando lançamos o ataque, as forças inimigas totalizavam 17 batalhões e 10 companhias, constituídos maioritariamente por europeus e africanos, unidades paraquedistas extremamente bem treinadas. O campo dispunha ainda de três batalhões de artilharia, um batalhão de sapadores, uma companhia blindada, uma unidade de transporte com 200 caminhões e um esquadrão permanente de 12 aviões. No total, era 16.200 homens.

 

As forças distribuíam-se por três subsetores, que tinham de se apoiar mutuamente e compreendiam 49 bastiões. Cada um tinha autonomia defensiva e vários estavam agrupados em centros de defesas complexos, equipados com forças móveis e artilharia, e rodeados por trincheiras e por arame farpado com centenas de metros de profundidade. Cada subsetor compreendia vários centros de defesa poderosamente fortificados.

 

O mais importante era o subsetor central, situado no meio da aldeia de Muong Than, a principal povoação de Dien Bien Phu. Dois terços das forças da guarnição estavam concentradas aqui. Dispunha de vários centros de defesa interligados que protegiam o posto de comando, a artilharia, as bases de comissariado e o aeródromo. A leste, colinas bem situadas formavam o mais importante sistema de defesa do subsetor. O inimigo considerava Dien Bien Phu uma fortaleza inatacável e impenetrável.

 

De fato, o subsetor central dispunha de forças bastante poderosas e as colinas a leste não podiam ser atacadas facilmente. Além do mais, a artilharia e as forças blindadas poderiam destruir qualquer tentativa de ataque através da planície, o sistema de arame farpado e trincheiras permitiria ao inimigo dizimar e repelir qualquer assalto e as forças móveis, formadas pelos batalhões paraquedistas e cuja ação se combinava com a dos centros de defesa, poderiam contra-atacar e anular qualquer ofensiva. O subsetor norte compreendia os centros de defesa de Him Lam, Doc Lap e Ban Keo. As posições de Him Lam e Doc Lap, muito fortes, deveriam travar todos os nossos ataques a partir da direção de Tuan Giao e Lai Chau.

 

Quanto ao subsetor sul, também conhecido como subsetor Hong Cum, a sua finalidade era a de anular qualquer ofensiva oriunda do sul e proteger as comunicações com o Laos.

 

A artilharia estava dividida entre duas bases, em Muong Tranh e Hong Cum, posicionadas para se apoiarem mutuamente e a todos os bastiões circundantes.

 

Dien Bien Phu tinha dois aeródromos: além do principa, em Muong Tranh, havia outro de reserva, em Hong Cum. Efetuavam ligações a Hanói e Haiphong numa ponte aérea que assegurava 78 a 80 reabastecimentos diários.

 

Os aviões de reconhecimento e os caças do esquadrão permanente sobrevoavam constantemente toda a região. Os aviões das bases aéreas de Gia Lam e Cat Bi tinham a missão de executarem ataques a baixa altitude e bombardearem o nosso exército. Navarre afirmava que, dispondo de forças tão poderosas e de um sistema de defesa tão forte, Dien Bien Phu era uma fortaleza inexpugnável. O general norte-americano O’Daniel, que visitou a base, foi da mesma opinião. A partir desta premissa subjetiva, o inimigo chegou à conclusão de que as nossas tropas teriam poucas hipóteses num ataque a Dien Bien Phu e até considerava que um ataque nosso seria uma boa oportunidade para nos infligir uma derrota.

 

Quanto a nós, após a libertação de Lai Chau, o ataque a Dien Bien Ohu passou a fazer parte de nossa agenda. Considerávamos que a base, bem entrincheirada como estava, também tinha pontos vulneráveis. Para a atacarmos, teríamos dificuldades de ordem estratégica, tática e logística, mas essas dificuldades poderiam ser superadas. Depois de analisarmos a situação e pesarmos os prós e os contras, decidimos atacar Dien Bien Phu de acordo com o seguinte método: não correr riscos desnecessários. A nossa tática seria atacar cada centro de defesa do inimigo, cada parte do campo entrincheirado, criando as condições para lançarmos uma ofensiva generalizada e destruirmos todo o campo.

 

Entre a ocupação de Dien Bien Phu pelos paraquedistas e o início da nossa campanha decorreram três meses. Durante esse período, o inimigo tudo fez para consolidar o seu sistema de defesa, obter reforços, abrir novas trincheiras e reforçar as existentes.

 

Do nosso lado, o exército e o povo prepararam ativamente a ofensiva, executando as ordens do Comitê Central do Partido e do Governo; o exército e o povo reuniram todas as suas forças para garantirem o sucesso da campanha de inverno-primavera, cuja chave era Dien Bien Phu. As nossas tropas conseguiram libertar as regiões circundantes, isolando Dien Bien Phu, obrigando o inimigo a dispersar forças e reduzindo consequentemente as suas possibilidades de enviar reforços para o campo de batalha. Construímos estradas, abrimos trilhos para podermos puxar as peças de artilharia à força de braços, construímos casamatas para a artilharia, preparamos o terreno para a ofensiva e o certo; em suma, transformamos o terreno do campo de batalha para resolver os nossos problemas táticos. Ultrapassamos enormes dificuldades. Apelamos aos nossos compatriotas locais para fornecerem alimentos e estabelecerem linhas de abastecimento com centenas de quilômetros de comprimento, de Thanh Hoa ou Phu Tho ao noroeste, atravessando zonas muito perigosas e altas montanhas. Utilizamos todos os meios possíveis para transportarmos víveres e munições para a frente. As tropas e os trabalhadores voluntários deslocavam-se incessantemente para a frente e participaram ativamente nos preparativos sob as bombas e as balas dos aviões inimigos.

 

Na primeira semana de março, completaram-se os preparativos: a artilharia dispunha de sólidas casamatas, as bases operacionais estavam estabelecidas, havia víveres e munições em quantidade suficiente. Depois de educados nos objetivos e significado da campanha, todos os oficiais e soldados estavam absolutamente determinados a aniquilarem o inimigo, convictos de que apenas a destruição do campo entrincheirado de Dien Bien Phu faria fracassar totalmente o Plano Navarre.

 

A 13 de março de 1954, as nossas tropas receberam ordens para desencadearem uma ofensiva contra Dien Bien Phu.

 

A campanha evoluiu em três fases: na primeira, destruímos o subsetor norte; na segunda, a mais longa e sanguinolenta, conquistamos as colinas a leste do subsetor central e apertamos o cerco; na terceira, lançamos a ofensiva geral e aniquilamos o inimigo.

 

1ª Fase: a destruição do subsetor norte

Esta fase teve início a 13 de março e terminou a 17. Na noite de 13, aniquilamos o poderoso centro de defesa de Him Lam, superior à estrada de Tuan Giao para Dien Bien Phu. A batalha foi intensa, a artilharia inimiga concentrou o seu fogo e lançou milhares e milhares de projéteis sobre as vagas de assalto. As nossas tropas conquistaram a posição durante a noite. Esta primeira vitória teve profundas repercussões sobre a evolução de toda a campanha.

 

Na noite de 14, concentramos as nossas forças para atacar o centro de defesa de Doc Lap, o segundo setor de defesa poderoso do subsetor norte, superior à estrada de Lai Chau para Dien Bien Phu. A batalha durou até a madrugada. O inimigo usou todos os meios para repelir as nossas forças, disparando milhares e milhares de obuses e enviando as suas forças móveis, protegidas pelos tanques de Muong Tranh, em apoio à posição. As nossas tropas lutaram heroicamente, conquistaram o bastião e repeliram os reforços inimigos.

 

O terceiro e último centro de defesa do subsetor norte, o posto de Ban Keo, ficou isolado e ameaçado por nós. Era uma posição menos forte, defendida por uma guarnição maioritariamente constituída por soldados fantoches. A 17 de março, toda a guarnição abandonou as suas posições e rendeu-se. Depois da queda do subsetor norte, o subsetor central, agora exposta nos seus flancos leste e norte, ficou ameaçado. Nos combates da primeira fase, a lisura das nossas decisões táticas, a boa organização da nossa defesa e a atividade antiaérea reduziram a eficácia da artilharia e da força aérea inimigas. Além do mais, o fogo da nossa artilharia, muito preciso, infligiu pesadas baixas ao inimigo. O aeródromo principal estava ameaçado. As nossas baterias antiaéreas entraram pela primeira vez em ação e abateram aviões inimigos. Mas acima de tudo, foi pelo seu espírito heroico, pelo seu elevado espírito de sacrifício e pela vontade de vencer que as nossas tropas se distinguiram durante estes combates.

           

A enorme e retumbante vitória que concluiu a primeira fase das operações incentivou o exército e o povo, dando a todos fé na vitória final.

 

Quanto ao inimigo, apesar das suas pesadas baixas, ainda confiava na capacidade de resistência do subsetor central e na potência da sua artilharia e força aérea.

 

Esperava até que sofrêssemos pesadas baixas e fôssemos obrigados a parar a ofensiva, e particularmente que se a campanha se arrastasse, as nossas linhas de abastecimento seriam cortadas e as grandes dificuldades logísticas daí correntes nos forçariam a retirar.

 

2ª Fase: ocupação das colinas a leste e o cerco do subsetor central

A segunda fase foi a mais importante da campanha. Tínhamos de lidar com o subsetor central, no meio da planície de Muong Thanh e surgiram novas dificuldades na condução das operações. As nossas tropas tiveram de trabalhar ativamente para concluírem as operações; tiveram de abrir uma vasta rede de trincheiras, das colinas circundantes até à planície, para cercarem o subsetor central e isolá-lo do setor sul. Esta progressão das nossas linhas que cercavam as posições inimigas foi efetuada à custa de duros combates. O inimigo tentou, por todos os meios, contrariar os nossos preparativos com o fogo da sua força aérea e artilharia. Todavia, aproximaram-se irresistivelmente das suas posições durante combates ininterruptos.

 

Durante a noite de 30 de março, começou a segunda fase. Lançamos um ataque em grande escala e de longa duração para aniquilar as defesas nas colinas a leste e um determinado número de bastiões a oeste, com o objetivo de apertar o cerco e dificultar e cortando os reabastecimentos da guarnição.  Nessa noite de 30 de março, concentramos forças importantes para atacar simultaneamente as cinco colinas fortificadas a leste. Nessa mesma noite, conseguimos conquistar as colinas E-1, D-1 e C-1, mas não a mais importante, a A-1. A linha de defesa constituída por essas colinas era a chave do sistema defensivo do subsetor central: a sua perda conduziria à queda de Dien Bien Phu. Consequentemente, estes combates foram os mais intensos, particularmente na colina A-1, a última, que protegia o posto de comando, onde a luta se prolongou até 4 de abril. Cada centímetro de terreno era ferozmente disputado. Por fim, ocupamos metade da posição enquanto o inimigo. Acoitado em casamatas e trincheiras, continuava a resistir na outra metade. Durante estes combates, a guarnição recebeu reforços de paraquedistas.

 

Em 9 de abril, o inimigo lançou um contra-ataque para reocupar a colina C-1. A batalha durou quatro dias e noites e a posição passou a ser ocupada metade por nós e metade pelo inimigo.

 

Enquanto a situação no leste se mantinha estática, a norte e a oeste o nosso cerco apertava-se. As nossas linhas aproximavam-se cada vez mais das do inimigo e em alguns pontos ficavam apenas de 10 ou 15 metros entre si. Das posições ocupadas aos campos de batalha a norte e oeste, o fogo de nossa artilharia e morteiros martelava ininterruptamente o inimigo. Os combates prolongavam-se dia e noite. Desgastamos o inimigo flagelando-o, disparando constantemente sobre as suas linhas, tentando ao mesmo tempo conquistar os seus bastiões um a um, com uma tática mista de avanços limitados e ataques em grande escala.

 

Em meados de abril, depois da destruição de várias posições inimigas a norte e a oeste, as nossas linhas chagaram ao aeródromo, isolando-o a oeste e leste. O cerco apertou-se ainda mais e os combatentes tornaram-se ainda mais ativos. O inimigo lançou vários contra-ataques poderosos, apoiados por tanques e aviões, destinados a conquistarem-nos terreno e a obrigarem-nos a afrouxar o cerco. Em 24 de abril, lançaram um violentíssimo contra-ataque para nos expulsarem da pista de aviação: depois de termos infligido pesadas baixas ao inimigo, permanecemos senhores do terreno e o aeródromo ficou nas nossas mãos.

 

O território ocupado pelo inimigo diminuía de dia a dia, até que ficou confinado a dois quilômetros quadrados, debaixo do fogo das nossas armas pesadas. O problema de reabastecimento do inimigo tornou-se cada vez mais crítico. Estando o aeródromo há muito fora de ação, todos os reabastecimentos eram feitos por paraquedas. Todavia, como a zona inimiga era muito estreita e os seus pilotos temiam nosso fogo antiaéreo e não ousavam voar a baixa altitude, apenas uma parte dos paraquedas com víveres e munições caia nas posições inimigas; o grosso caia em território nosso e nós disparávamos sobre o campo fortificado com os seus próprios projeteis.

 

Durante a segunda fase, a situação foi extremamente tensa. Os intervencionistas americanos enviaram mais bombardeiros e aviões de transporte em apoio à base de Dien Bien Phu. Os bombardeiros inimigos estiveram muito ativos, bombardeando incessantemente as nossas posições, lançando bombas de napalm para queimarem a vegetação nas colinas circundantes de Dien Bien Phu e bombardeando pontos que tomavam pelos nossas posições de artilharia. Tentando cortar as nossas linhas de abastecimento, largaram dia e noite, sobre as estradas, chuvas de bombas arrasa-quarteirão, bombas de ação retardada e bombas Borboleta antipessoal. Mas estes desesperados esforços não surtiram o efeito desejado. Não conseguiram impedir o fluxo de centenas de milhares de trabalhadores voluntários, cavalos e veículos que transportavam víveres e munições para frente. Não nos conseguiam impedir de prosseguir o nosso plano de cerco, a condição para a sua destruição.

 

Os generais franceses e americanos viram claramente o perigo de destruição do campo entrincheirado de Dien Bien Phu.

 

Nesse momento, o Alto Comando do Corpo Expedicionário Francês pensou concentrar as suas forças remanescentes para um ataque à nossa retaguarda e na direção de Viet Bac, para cortar as nossas linhas de abastecimento e obrigar-nos a retirar por falta de alimentos e munições, mas não conseguiu levar por diante esse plano. Além do mais, temia que uma ação tão temerária pudesse originar uma derrota mais grave. Noutra ocasião, pretendeu reagrupar a guarnição de Dien Bien Phu em várias colunas que tentariam, a todo o custo, romper o cerco e abrir caminho para o Laos. Por fim, teve que desistir deste plano e continuar a defender as suas posições.

 

3ª Fase: a aniquilação do inimigo

A terceira fase teve início a 1 de maio. Entre 1 e 6 de maio, após vários ataques bem sucedidos, ocupamos a colina H-1, a colina A-1, que era a chave do último sistema defensivo do subsetor central e vários outros bastiões desde o sopé das colinas a leste até ao rio Nam Gion e, por fim, algumas posições a oeste.

 

O inimigo foi confinado a um quilômetro quadrado, totalmente exposto ao nosso fogo. Já não havia nenhuma elevação fortificada para os proteger. O seu problema de reabastecimento tornou-se muito grave. A sua situação era crítica: chegara a última hora do campo entrincheirado.

 

Na tarde de 7 de maio, a partir de leste e oeste, lançamos um ataque combinado maciço sobre o quartel-general, em Muong Tranh. Em vários postos, o inimigo hasteou a bandeira branca e rendeu-se. Às 17:30 horas, tomamos o quartel-general: o general de Castries e o seu estado-maior foram capturados.

 

As restantes forças de Dien Bien Phu renderam-se. Os prisioneiros de guerra foram bem tratados pelas nossas tropas.

 

O nosso estandarte “Determinados a Combater e Vencer” esvoaçava bem alto no vale de Dien Bien Phu. Nessa mesma noite, atacamos o subsetor sul. Toda a guarnição, de mais de dois mil homens, rendeu-se.

 

A histórica campanha de Dien Bien Phu terminou com a nossa vitória total. As nossas tropas tinham combatido com um heroísmo sem precedentes durante 55 dias e noites.

 

Durante esse período, as nossas tropas estiveram muito ativas em todos os teatros de operações, em coordenação com a frente principal.

Na retaguarda inimiga, no delta do Rio Vermelho, destruíram sucessivamente um grande número de posições e ameaçaram seriamente a estrada n.º5.

 

Na 5ª Zona, atacaram a estrada n.º 19, aniquilaram o Regimento Móvel n.º 100, libertaram An Khe, penetraram profundamente na região de Cheo Reo e ameaçaram Pleiku e Banmethuot.

 

As nossas tropas também estiveram muito ativas na região de Hue e em Nam Bo.

 

No Laos Central, as unidades vietnamitas e laocianas intensificaram as suas atividades na estrada n.º 9 e progrediram para o sul.

 

As nossas tropas alcançaram vitórias em todas as frentes.

 

Em linhas gerais, foi esta a situação militar no inverno de 1953 e primavera de 1954.

 

Em todas as frentes, pusemos fora de combate 112.000 soldados inimigos e abatemos ou destruímos no solo 177 aviões.

 

Em Dien Bien Phu, pusemos fora de combate 16.200 soldados inimigos, incluindo todo o estado-maior do campo entrincheirado, um general, 16 coronéis e 1.749 oficiais e suboficiais, abatemos ou destruímos 62 aviões de todos os tipos, e capturamos todo o armamento, munições e equipamento inimigo e mais de 30.000 paraquedas.

 

Estas grandes vitórias do Exército Popular do Vietnã e do povo de Dien Bien Phu e nas outras frentes esmagaram o Plano Navarre e impediram as tentativas dos imperialistas franco-americanos para prolongarem e alastrarem a guerra. Estas grandes vitórias libertaram o norte do Vietnã, contribuíram para o êxito da Conferência de Genebra e para a restauração da paz na Indochina com base no respeito pela soberania, independência, unidade nacional e integridade territorial do Vietnã e dos dois países amigos, o Camboja e o Laos.

 

São páginas gloriosas da nossa história, do Exército Popular e do povo, e ilustram as notáveis vitórias do Partido na liderança do movimento de libertação nacional contra os imperialistas franceses e os intervencionistas americanos.

 

Artigo do general vietanimita Vo Nguyen Giap que fará parte de um próximo projeto editorial do selo Edições Nova Cultura

 

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