"Qual a intenção da farsa encenada pelos EUA?"

18/09/2018

 

No dia 13, Han Yong Song, pesquisador do Instituto de Assuntos Norte-Americanos do Ministério das Relações Exteriores da República Democrática Popular da Coreia, fez o seguinte comentário

No dia 6, o Departamento de Justiça dos EUA acusou o suposto cidadão da Coreia do Norte, "Pak Jin Hyok", ao tribunal federal de Los Angeles como o principal autor do ataque virtual em 2014 contra a "Sony Pictures Entertainment".

No mesmo dia, o Departamento do Tesouro incluiu a Pak e a "Expo Company S.A. da Coreia", onde supostamente ele trabalha, diz-se, na lista de sanções anti-RPDC.

O homem em questão realmente não existe e seus crimes cibernéticos não têm nada a ver com a nossa República.

O procedimento dos EUA a este respeito é uma calúnia virulenta contra a RPDC e outra fraude.

O que não pode ser esquecido é que os EUA distorcem a opinião pública como se o governo da Coreia do Norte estivesse por detrás do crime, ligando injustamente esse chamado "criminoso" e seus crimes cibernéticos com as instituições estatais do nosso país.

Por muito tempo, a República Democrática Popular da Coreia apresentou como uma política para combater ataques cibernéticos de todos os tipos e garantir a segurança cibernética e tomar todas as medidas para colocá-la em prática.

Quanto ao caso de hackers contra o "Sony Pictures Entertainment", na ocasião o grupo internacional de hackers denominado "Defensores da Paz" afirmou que era a sua realização, e é conhecida a inocência da RPDC.

Muitos especialistas em segurança da Internet, incluindo os da empresa norte-americana de cibersegurança "Flash Point" reconheceram que o incidente de ataque cibernético "Wanna Cry" ocorreu em maio do ano passado não tem nada a ver com a RPDC.

Na verdade, o autor que tem ameaçado a segurança cibernética é os EUA.

Todo mundo lembra vividamente o fato de que os EUA havia sido criticado por interceptar telefone celular de um chefe de Estado aliado e não hesitam em perpetrar ataques cibernéticos não apenas contra países inimigos, mas também contra os Aliados.

No entanto, se os EUA relacionam o crime cibernético injustamente com a Coreia do Norte, isto é, para deteriorar a sua imagem externa e, assim, justificar sua política de "pressão máxima".

Não é senão um erro pensar que ele poderia obter algo da RPDC através de falsificação e coerção.

Os EUA devem agir com prudência, tendo em mente as influências negativas que ocorrerão na implementação da Declaração Conjunta aprovada na Cúpula RPDC-EUA se promover a hostilidade contra a Coreia do Norte com dados falsificados neste momento em que ambas as partes têm que se esforçar para estabelecer confiança recíproca no espírito daquele documento.

Do Naenara

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