Marighella: "Por um amplo trabalho de Agitação e Propaganda entre as Mulheres"

26/06/2018

 

Companheiros e companheiras delegados!

 

Companheiras delegadas fraternais!

 

Camaradas:

 

O informe do camarada Prestes constitui uma arma de grande importância no sentido de ajudar nosso Partido a voltar-se para o amplo trabalho de massa entre as mulheres. Sua contribuição para liquidar a subestimação do trabalho do Partido entre as mulheres é considerável. Representa um sério golpe contra o sectarismo em nosso Partido e nos fornece os elementos para uma viragem profunda em todo o trabalho de massas do Partido, bem como no seu trabalho de agitação de e propagada.

 

O informe do camarada Prestes assinala com vigor o seguinte:

 

“é indispensável, antes e acima de tudo, incutir em todo o Partido, de cima a baixo a convicção de que constitui uma necessidade imediata e imperiosa despertar para a vida política as grandes massas femininas de nosso povo. Sem a participação ativa da mulher não poderemos jamais falar em democracia, será sempre precário o desenvolvimento da democracia em nosso país e não teremos jamais a ampla frente democrática de libertação nacional, único instrumento capaz de realizar as profundas transformações democráticas exigidas pelos supremos interesses da nação.”

 

Pois bem, o trabalho de agitação e propaganda do Partido deve exercer um destacando papel no sentido de ajudar a despertar para a vida política as grandes massas femininas de nosso povo, contribuindo para organizar e unir as mulheres num amplo movimento de massas sob a liderança comunista.

 

Ao examinar com espírito autocrítico nossa atuação no desempenho deste papel podemos perguntar: Quais os resultados de nossa agitação e propaganda em favor dos direitos e reivindicações das diversas camadas da população feminina?

 

O que podemos responder é que têm predominado a negligência e o desinteresse pela agitação e propaganda entre mulheres.

 

Que foi feito com a Resolução de março de 1955? Que artigos, folhetos, palestras ou outras iniciativas empreendemos para torná-la conhecida do Partido e de pelo menos uma boa parte das massas femininas?

 

E imenso o atraso de nosso trabalho de agitação e propaganda orientado para as grandes massas de mulheres do povo brasileiro.

 

Nossa agitação e propaganda entre as massas femininas é ainda muito geral e pouco convincente, não se relaciona sistematicamente com os problemas específicos e as reivindicações das mulheres.

 

Falta á nossa agitação e propaganda a capacidade de mobilizar novas formas e meios, capazes de desperta para a ação as grandes massas de mulheres, preocupadas em encontrar uma saída para a terrível situação de injustiça que se encontram.

 

Nossa agitação e propaganda serve-se de uma linguagem de difícil compreensão, inadequada ao nível de cultura ainda pouco desenvolvido da imensa massa de mulheres, vitimas do analfabetismo e dos preconceitos sustentados para mantê-las na ignorância.

 

Nossa propaganda escrita é por demais sobrecarregada com o emprego de textos muitos grandes, não é diversificada e não pode por isto atingir várias camadas da população por onde se distribuem as mulheres.

 

Nosso desconhecimento  da situação objetiva das mulheres, de suas condições de vida no lar como dona de casa, no emprego, na fábrica ou no campo, a ignorância em que nos encontramos em relação ás suas reivindicações específicas e locais e até mesmo em relação ás lutas e combates em que vêm se empenhado em todo o país nos dias de hoje, enfim, o desligamento com os seus problemas permanentes ou mais imediatos, do dia a dia, o nosso afastamento das organizações de massa femininas, tudo isto nos leva a uma agitação e propaganda despida do colorido da vida e em consequência pouco ou nada atraente para as mulheres.

 

 

Nossa agitação e propaganda, enfim, não é voltada para as grandes massas femininas e, na prática, dado seu caráter sectário, nem mesmo consegue atingir uma parte considerável das militantes comunistas.

 

Comumente nosso trabalho de agitação e propaganda entre as mulheres só aparece quando há campanhas promovidas em escala internacional ou nacional, quando é preciso enviar delegadas para fora do país ou em campanhas como a da anistia, etc. Não deixa de ser justo, positivo e necessário pôr em ação nossa agitação e propaganda entre as mulheres nessas campanhas.

 

Mas é evidente que constitui um erro grave o abandono crônico a que está sujeito o trabalho sistemático de agitação e propaganda em torno dos problemas locais e das reivindicações específicas e diárias das mulheres. Agravamos, assim, o nosso desligamento permanente em relação às amplas massas femininas e suas reivindicações mais elementares.

 

As Militantes comunistas nas organizações de massa femininas concorrem por vezes para um bom trabalho de agitação e propaganda dentro dessas organizações, ajudando a lançar prospectos, folhetos, volantes, questionários sobre a carestia etc... com o que são atingidos certos setores da população feminina.

 

O trabalho de agitação e propaganda para a Conferencia Nacional da Mulher Trabalhadora em certos casos, por exemplo, revelou-se justo, como aconteceu com o lançamento da convocatória assinada por líderes sindicais e importantes personalidades, bem como com outros materiais que chegaram a despertar grande interesse nas fábricas em São Paulo ou no distrito Federal. Mas de um modo geral este tipo de propaganda tem defeitos tão sérios como aqueles apontados no trabalho de agitação e propaganda do Partido entre as massas femininas.

 

O Nosso trabalho de imprensa para as mulheres se ressente das mesmas falhas e debilidades de nossa agitação e propaganda. Alem de não atingir as amplas massas de mulheres, nossa imprensa feminina tem uma circulação irregular, sua difusão é diminuta e instável. A única publicação progressista feminina não vai alem de 15 mil exemplares.

 

Sua rede de agentes é quase exclusivamente constituída de comunistas, mesmo assim não ultrapassa a casa dos 200.  As dividas acumulam-se nos CC.RR, mais importantes do país como Piratininga e Rio, sem falar no Rio Grande do Sul, Pernambuco, Bahia, Minas e outros. Tal situação revela nossa imensa franqueza no terreno da imprensa feminina, fraqueza que se torna necessário reconhecer abertamente e ao mesmo tempo eliminar com rapidez.

 

Isto é absolutamente imprescindível, a fim de podermos enfrentar com êxito a terrível propaganda derramada pelo imperialismo norte-americano e seus agentes no país através do rádio, da televisão, da imprensa, das histórias em quadrinhos e revistas de cinemas, cuja influência sobre as mulheres, as moças, a infância e a juventude é grandemente perniciosa.

 

Onde estão as causas das nossas debilidades no trabalho de agitação e propaganda entre as mulheres e em nossa imprensa feminina? Estas causas são várias e não diferem das causas apontadas, que entravam nosso trabalho de massa entre as mulheres.

 

Mas a causa principal, sem dúvida, reside na subestimação do trabalho entre as mulheres, na indiferença com que o temos encarado até agora no terreno da agitação e propaganda e da imprensa. Pertence ao CC, em primeiro lugar, a responsabilidade por esta situação que agora procuramos resolver, partido de nossa própria autocrítica. Penso, por isso que merece franco estimulo toda a crítica a este respeito aqui trazida pelos camaradas delegados e delegadas a esta Conferência.

 

A realização com êxito das históricas tarefas hoje colocadas diante da classe operária e de sua vanguarda exige vencer no mais breve prazo possível nossas debilidades na agitação e propaganda entre as mulheres e na imprensa feminina.

 

É urgente e necessário darmos uma viragem em nosso trabalho nesse terreno, enveredar por novos caminhos, exigidos pelas atuais condições para ajudar a assegurar a vitória do Programa do Partido.

 

São da maior importância as indicações do informe do camarada Prestes que mostrar ser possível tornar a nossa agitação e propaganda entre as mulheres, de pequena e acanhada que era, num grande e amplo trabalho inteiramente voltado para as vastas massas femininas.

 

Em que consiste para isso, no momento atual, no terreno da agitação e propaganda entre as mulheres, nosso objetivo principal? Este objetivo consiste em ajudar a desperta a mulher para a luta por sua própria emancipação, em contribuir para mostrar-lhe que a luta por sua emancipação é antes e acima de tudo e essencialmente, a luta contra a miséria, pela elevação do nível de vida das grandes massas trabalhadoras das cidades e do campo.

 

Isto não se consegue com generalidades, com palavras de ordem gerais e vazias. Nossa agitação e propaganda deve saber tocar no fundo do coração das mulheres, apontar-lhe o caminho da luta contra a miséria, pela sua emancipação.

 

Devemos buscar as palavras de ordem que correspondem aos desejos das massas femininas e levantá-los. Nossa agitação e propaganda para as mulheres deve ser simples, combativas, convincente, sugestiva, com poucas palavras. Devemos saber falar às mulheres tão simplesmente como aqueles camponeses do Vale do Rio Doce, quando disseram: "Terra para ter fartura ". O que, por se demais sugestivo, dispensa outras explicações. É necessário levar em conta que não se pode copiar nenhum material de agitação e propaganda.

 

A vida é por demais rica e variada, para que nos limitemos ingenuamente a fazer transplantações da realidade. Semelhante agitação e propaganda seria burocrata e as grandes massas de mulheres nos voltariam as costas.

 

Para uma agitação e propaganda correta, penso que nossas militantes precisam ir as grandes concentrações de mulheres, viver entre elas, conhecer a situação concreta das massas femininas em cada região ou localidade, em cada conjunto residencial, em cada fábrica ou fazenda, e ter a capacidade de saber encontra os meios e formas de despertar as mulheres para a ação pela reivindicações mais imediatas e sensíveis, pelas liberdades, pela paz e pelo progresso do Brasil.

 

Os problemas que a nossa agitação e propaganda entre as mulheres deve levantar são a meu ver os problemas da carestia da vida, as dificuldades de moradia, os altos aluguéis, falta d'agua, a difícil situação dos transportes e os aumentos incessantes, a falta de creches, escolas, jardins de infância, a defesa da criança, etc.

 

Assim, ligados ás amplas massas femininas, sempre lhes poderemos falar em anistia a partir de 1945 e em outras palavras de ordem como esta, e trazê-las para a luta política, jamais deixaremos de saber ligá-la á luta pelas menores reivindicações específicas, permanentes ou temporárias da mulher.

 

Isto tudo pode ser feito em combinação com a propaganda de pontos específicos do Programa do Partido relacionados com a defesa da mulher e da infância com a mais ampla difusão da Resolução de março de 1955 e de seu programa de reivindicações e a intensa divulgação entre as massas femininas da plataforma de quatro pontos apresentada pelo Partido.

 

Uma grande agitação e propaganda de massas de mulheres que vivem afastadas de qualquer atividade produtiva, para as grandes massas de donas de casa que vivem a maior parte do tempo no lar, presas aos afazeres domésticos. A elas devemos fazer chegar a nossa voz, nossa agitação e propaganda de massas.

 

Em vez de esperar que elas venham a nós, é mais acertado irmos em sua procura no próprio lar, utilizando os meios que nos facilitam entra em contato com elas. Com isso poderemos responder aos monopólios norte-americanos que em sua luta pela colonização do Brasil e pela implantação de uma ditadura militar do tipo fascista em nosso país tudo fazem para isolar dos comunistas as amplas massas femininas, afastá-las de qualquer atividade política, utilizá-las para refrear a luta de seus maridos, filhos, irmãos ou noivos e prepará-las para a aceitação passiva da escravidão imperialista.

 

Às donas de casa, no lar, devemos mostrar que somos defensores da família e que lutamos pela liberdade de religião, respeitamos os sentimentos religiosos de todos e a todos estendemos a mão na luta em defesa dos direitos democráticos, em defesa de nossa soberania, contra a miséria e pelo bem-estar do povo.

 

Não devemos ter medo de utilizar as formas mais elementares de agitação e propaganda. O primeiro elemento indispensável para uma ação eficaz de nossa agitação e propaganda entre as mulheres no sentido de despertá-las para a luta deve ser a clareza e a simplicidade da linguagem, inseparáveis da sinceridade e da força da convicção.

 

Só venceremos o isolamento da mulher do lar, só transporemos a barreira que lhe antepõe o analfabetismo, se descobrimos os meios e as formas de agitação e propaganda mais acessíveis ás massas femininas e de mais fácil difusão.

 

Ao tratar desta questão, o informe do camarada Prestes nos indica a utilização dos volantes e folhetos elementares, de poucas palavras e poucas páginas, sem textos extensos, com grandes caracteres, fotografias e gravuras sugestivas. Penso que é urgente utilizarmos novas formas de agitação e propaganda para as mulheres no lar.

 

Vimos nesta Conferência como foi relatada a experiência da utilização do rádio em Governador Valadares para a propaganda entre as mulheres, na defesa dos seus direitos e organizações. Não será possível também utilizá-los através das novelas, gênero preferido pelas donas de casa no lar? Os Intelectuais e radialistas poderão produzir novelas progressistas que muitas estações de rádio terão interesse em transmitir às suas ouvintes ou que poderão ser difundidas em folhetos e avulsos impressos, publicados nos rodapés da imprensa democrática.

 

O teatro constitui ao lado da formação dos grupos teatrais de amadores, outra forma de propaganda sensível às mulheres. Com estes meios e outros, simples e elementares, poderão igualmente ser atingidas as mulheres que trabalham fora do lar, não só as operárias e comerciárias, bem como todas as trabalhadoras que aspiram a um salário igual por igual trabalho, as funcionárias e tantas outras, sobretudo as camponesas, cujas condições de existência chegam ao extremo da pior miséria.

 

Através da organização da simples leitura coletiva de um romance soviético, ou outro romance, de um folhetim popular na imprensa, quantas mulheres não poderão ser atingidas pela nossa propaganda! Devemos ter sempre em conta que as mulheres analfabetas no Brasil são mais de 10 milhões.

 

Lutamos contra o analfabetismo, trabalhamos pela abertura de cursos de alfabetização para mulheres e pela utilização dos cursos de alfabetização existentes, mas enquanto não se alfabetizarem todas as mulheres, podemos utilizar meios de atingir e educar as massas de milhões de mulheres com uma agitação e propagandas adequada.

 

É possível elevar o nível ideológico das mulheres, dar-lhes cursos específicos no partido prepará-las como agitadoras comunistas e propagandistas eficientes. Não é difícil compreender que mesmo as mulheres analfabetas em nosso Partido podem por meios adequados participar do curso de 4 aulas sobre a resolução de março de 1955, do curso de 4 aulas sobre o programa do Partido ou de 3 aulas sobre os Estatutos.

 

O que se torna necessário, como assinala o informe do camarada Prestes é o melhor preparo de nossas militantes de base para o trabalho de agitação e propaganda oral. São as próprias condições que a mulher enfrenta, vítima de odiosas restrições e sufocadas pelo analfabetismo, que nos devem levar a valorizar a agitação e propaganda oral e a desenvolvê-la ao máximo, visando atingir e arrastar milhões de mulheres para a nossa influência despertá-las para a luta contra a miséria, pela sua emancipação.

 

É útil destacar a tarefa da divulgação das conquistas já obtidas pela mulher na União Soviética, na República Popular da China e nas democracias populares, explicando as amplas massas femininas, pela propaganda falada ou através de folhetos e fotografias, que a emancipação da mulher nesses países não é, como falsamente apregoam os porta-vozes do imperialismo norte-americano, nem a licenciosidade, nem a quebra de dignidade feminina, mas exatamente aquilo que a mulher brasileira deseja- a libertação da miséria, a igualdade de direitos econômicos, políticos, sociais e jurídicos com o homem.

                                                                                                                               

 

O trabalho de agitação e propaganda entre as mulheres reveste-se de uma importância cada vez maior, em face da necessidade do reforçamento da influência do Partido em um setor tão numeroso e decisivo da população brasileira como as massas femininas. Daí porque, a meu ver, a secção de agitação e propaganda do CC e as secções de agitação e propaganda dos Regionais devem promover reuniões especificas de agitação e propaganda convidando a nelas participarem as agitadoras e propagandistas do Partido, em particular aquelas que integram as secções do trabalho feminino, com o fito de obterem de sua parte uma colaboração mais efetiva.

 

Um carinho especial deve merecer a imprensa feminina.

 

A Indicação do informe do camarada prestes sobre a necessidade do aparecimento em nosso país de jornais e revistas de caráter progressista, dedicadas ás mulheres, de leitura fácil e atraente, apresentado soluções para os seus problemas, representa importante contribuição ao desenvolvimento da imprensa para as mulheres.

 

A possibilidade de publicar amplas reportagens fotográficas, a importância que teria realizar através da imprensa progressista feminina denúncias tão sérias e comovedoras sobre a situação da mulher como as que ouvimos aqui das companheiras delegadas chegadas de todos os rincões do país, tudo isto seria um enorme passo adiante na luta para libertar as mulheres dos sofrimentos que as afligem e proporcionar-lhes uma vida nova, feliz e diferente da que tem hoje sob regime de latifundiários e grandes capitalistas serviçais do imperialismo norte-americano.

 

Com isto se poderia igualmente criar e desenvolver uma vasta rede de mulheres, correspondentes da imprensa democráticas feminina, abrangendo desde as donas de casa, ás correspondentes femininas das fábricas, fazendas, usinas de açúcar, repartições públicas escolas, etc.

 

Precisamos imperiosamente de uma imprensa feminina diferente da que hoje existe, imprensa que pela sua amplitude e extensão, mas 50 mil ou 100 mil exemplares capazes de penetrar nos lares mais distantes, nas favelas e nos mocambos, nas cidades como no campo.

 

Não será um sonho pensar em termos tão amplos. As condições são tão favoráveis que vale a pena sonhar. Enquanto nos preparamos para a ampliação indispensável da imprensa feminina é preciso simultaneamente enfrentar outras questões e tudo fazermos no Partido para ajudar desde já “ Momento Feminino”, responsabilizando-nos em todos os escalões do Partido pelo rápido aumento de sua difusão, pelo pagamento das dívidas, fornecimento de informações, denúncias e reportagens, através de correspondências femininas, etc. ajudar a regularizar a saída do “Momento Feminino” será uma valiosa contribuição à luta da mulher por seus direitos e reivindicações e em consequência a luta geral democrática de nosso povo.

 

Muito ainda podemos fazer criando, melhorando e reforçando as páginas e secções femininas ou suplementos dominicais em nossa imprensa, a partir da VOZ OPERARIA e “Imprensa Popular”. É possível tomar medidas para um melhor aproveitamento dos jornais sindicais e jornais de empresa e setores e de um modo geral até mesmo da imprensa, do rádio e do cinema, que, sob nossa influência direta ou não, sempre são sensíveis a muitas das questões que interessam à mulher, tais como a defesa da infância, certas denúncias, etc.

 

Tudo isto é possível, pode transformar-se em realidade vitoriosa, depende do esforço dos comunistas e das comunistas junto às massas de milhões de mulheres, cujo despertar para a luta pela própria emancipação será o melhor e mais precioso estimulo e garantia à luta de todo o nosso povo pelas liberdades, pela paz e pelo progresso do Brasil

 

14 de Julho de 1956

 

Escrito por Carlos Marighella

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