"Uma vida dedicada ao povo congolês"

02/05/2018

 

“Não há compromisso entre liberdade e escravidão”, disse Patrice Emery Lumumba, que sacrificou sua vida para trazer a liberdade real ao seu povo. Aqueles que consideram a liberdade como sua prerrogativa exclusiva o assassinaram em um esforço para estrangular o nacionalismo congolês.

 

“A África vai escrever sua própria história, e no norte e no sul será uma história de glória e de dignidade”, escreveu Lumumba poucos dias antes de sua morte. O Congo já tem sua própria história, mas até agora é apenas uma história de lutas, uma história de um período de transição. A história de glória e dignidade que Lumumba falou ainda virá.

 

Lumumba personifica o povo congolês. Escolheu o caminho do sofrimento, da tortura e, finalmente, da morte, em vez de se tornar escravo dos imperialistas. Ele estava firme e profundamente convencido de que, mais cedo ou mais tarde, seu país seria completamente independente. Assim como seu líder, o povo congolês prefere suportar toda forma de sofrimento em vez de ver sua liberdade mutilada e pisoteada por aqueles que por mais de 80 anos de domínio colonial os mantiveram em tal pobreza e escravidão, e que eles próprios envergonham-se disso.

 

O povo congolês continua em sua luta pela genuína independência.

 

Lumumba e o povo congolês

O movimento pela libertação do Congo tinha seus próprios aspectos. No início, quando verdadeiros nacionalistas liderados por Lumumba exigiram a completa independência de seu país, alguns líderes políticos em conivência com os círculos colonialistas pediram a criação de uma comunidade (de “estados independentes”) com a Bélgica. Despojado de seus enfeites, isto significava pura e simplesmente a manutenção do domínio colonial no Congo. Um homem percebeu mais cedo e melhor do que qualquer outro líder político o que havia de ser feito para levar o movimento de libertação nacional à vitória. Seu nome era Patrice Emery Lumumba e sua principal preocupação era tornar seu povo consciente de si como uma nação.

 

Ele foi o primeiro líder congolês a entrar em contato com o povo, a discutir os problemas de seu país e a levar em consideração sua vontade. Em 1958, quando retornou de Acra, organizou uma manifestação na Praça da Vitória, em Leopoldville. Mais de 15.000 pessoas entre homens, mulheres, jovens e idosos reuniram-se na praça para ouvi-lo. Foi a primeira vez na história do Congo que as pessoas responderam ao chamado de um compatriota. Até então, tinham sido ensinados a obedecer apenas às instruções do homem branco.

 

O sucesso do comício superou todas as expectativas. Eu estava lá. Com outros líderes políticos congoleses ao seu lado, Lumumba falou da Conferência em Acra de maneira clara e simples. As massas o ouviam com calma e atenção.

 

Confiante em si mesmo e falando de forma espontânea, Lumumba disse ao povo sobre as dificuldades que se encontram no caminho da independência. Ele repetidamente enfatizou a necessidade de unidade e consciência nacional. “Nós não somos diferentes de quaisquer outros habitantes do mundo. O Congo é o nosso país. Devemos ser os senhores em nossas casas. Então, vamos começar hoje a luta pelos nossos direitos. Vamos nos unir e avançar para a independência”, disse ele.

 

A palavra “independência” atingiu um acorde sensível no coração das pessoas. Naquele momento, Lumumba estabeleceu contato direto com seus ouvintes. Ele havia tocado em suas esperanças mais queridas. As pessoas viram que ele era o homem para levá-los à liberdade. Por sua parte, Lumumba sentiu a resposta de seus ouvintes.

 

Ele continuou: “Os colonialistas procuram nos dividir a fim de continuar nos governando. Vamos provar nossa maturidade. Vamos viver como irmãos. A independência é nosso direito de nascença. Nós não precisamos de ninguém para apresentar-nos porque este país pertence a nós. Se os colonialistas escolherem ignorar nossas exigências legais, faremos de tudo para tomar nossa independência das mãos deles.” A multidão respondeu com gritos de “Independência! Vida longa ao Lumumba! Independência!”

 

Enquanto o povo expressava sua sincera aprovação das declarações de Lumumba, os poucos belgas presentes na praça praticamente se contorciam de fúria. Um oficial belga ao meu lado ficou roxo de raiva. Enquanto isso, Lumumba continuou falando sobre o tema da independência nacional e a luta para alcançá-la. Seguindo o costume congolês, o orador e seus ouvintes começaram um diálogo. “Vocês querem se tornar os mestres de seu país?” Lumumba perguntou. “Sim”, as pessoas trovejaram em resposta. “O que é necessário para isso?” Lumumba continuou. “Independência!”, o povo respondeu. Este encontro, convocado dos congoleses para os congoleses, terminou com uma nota de júbilo. Lumumba foi o primeiro homem a despertar a consciência nacional do povo, que deveria mudar o futuro desta antiga colônia belga.

 

Lumumba e a vida política do Congo

Naturalmente, o sucesso dessa manifestação organizada por Lumumba exigiu a continuação do trabalho político entre as massas populares. Lumumba não tinha intenção de enfrentar tal tarefa sozinho. Ele apelou aos líderes políticos congoleses para se unirem em um único bloco político com a pauta da independência como seu objetivo comum. Ele deu a sua organização política o nome significativo de Movimento Nacional do Congo (MNC), destacando assim a aspiração pela unidade. A maioria dos líderes políticos respondeu favoravelmente ao apelo de Lumumba.

 

Os colonialistas seguiram atentamente seu desenvolvimento. Sentindo a ameaça à sua política, eles imediatamente recorreram ao suborno. Enormes somas de dinheiro passaram para as mãos de alguns líderes políticos, com o entendimento de que eles iriam romper com Lumumba e se opor a seus esforços.

 

Com base em seus próprios recursos escassos, Lumumba percorreu o país e montou filiais do Movimento Nacional do Congo, que estava ganhando popularidade. A crescente influência do MNC, devido em grande parte aos esforços de Lumumba, promoveu o desenvolvimento do movimento de libertação nacional no Congo.

 

Na Província Orientale, o apoio ao MNC era tão esmagador que as filiais do movimento eram montadas mesmo em aldeias habitadas por apenas 20 pessoas. Lumumba visitou pessoalmente as aldeias, falando ao povo. Ele conhecia vários dialetos congoleses e não teve dificuldade em se comunicar com as massas. Lumumba tornara-se a figura mais popular do país.

 

Nos jovens estados da África, a atividade política requer dotações excepcionais, particularmente altas qualidades espirituais. As pessoas amavam Lumumba porque sabiam que ele compartilhava suas aspirações. Lumumba considerava que a atividade política significava trabalho com e entre as pessoas. Ele desistiu de um emprego bem remunerado e se dedicou inteiramente à política. Suas viagens pelo país o levaram às regiões mais inóspitas. Ele apelava para os povos e eles respondiam aos seus apelos. Ele conversava sobre a condição infeliz da nação congolesa naquelas circunstâncias e entendia seus sofrimentos, e o apoio que recebeu do povo o encorajou a exigir mudanças radicais.

 

Ao longo de sua carreira como líder político, Lumumba pregou o amor fraterno entre todos os congoleses. E ele praticou o que ele pregou. Quando Joseph Kasavubu (um dirigente nacionalista congolês) foi preso após os eventos de 4 de janeiro de 1959, em Leopoldville, Lumumba tomou medidas para obter sua libertação.Ele procurou maneiras diversas de formar uma aliança com todos os líderes congoleses para iniciar uma ofensiva geral contra os colonialistas. Apesar das dificuldades, dirigiu-se ao povo e disse-lhes: “Continuemos a luta. Permaneçamos solidamente atrás de nossos irmãos que foram detidos pelos colonialistas em seus esforços para dividir-nos”.

 

Lumumba dirige a luta nacional pela independência imediata

A situação política no país ficou tensa após as prisões que se seguiram à manifestação em Leopoldville em 4 de janeiro de 1959. Os acontecimentos no Congo obrigaram o governo belga a realizar uma reforma política e administrativa.

 

Essa reforma foi anunciada em uma declaração do rei e do governo da Bélgica em 13 de janeiro de 1959. Ela mencionava questão da independência.

 

A publicação desta declaração provocou uma nova onda de luta pela independência nacional. O desenvolvimento da luta de libertação nacional dependia das posições adotadas pelos líderes congoleses. Nesta situação, a posição tomada por Lumumba atraiu a atenção nacional e, em particular, a atenção dos líderes políticos belgas.

 

Lumumba sugeriu a convocação de uma conferência de mesa-redonda de líderes belgas e congoleses para discutir os caminhos que levariam o Congo à independência imediata. Os colonialistas rejeitaram seu plano, recusando-se a conversar com líderes congoleses que consideravam “não-representativos”.

 

A demanda por uma conferência de mesa-redonda recebeu amplo apoio em Leopoldville e outras grandes cidades do Congo. As propostas de Lumumba foram aprovadas por todos os líderes nacionalistas. Neste momento decisivo da luta pela independência nacional, Lumumba fez o máximo para unir os esforços de todas as lideranças políticas. Por sua iniciativa, representantes de partidos políticos congoleses reuniram-se várias vezes para elaborar uma linha política comum. Lumumba, é claro, desempenhou um papel importante nesse esforço por uma linha conjunta e influenciou consideravelmente nas decisões que foram tomadas.

 

Quando as autoridades belgas se recusaram terminantemente a encontrarem-se com os líderes congoleses, que continuavam a considerar “não representativos”, Lumumba apelou ao povo para que saísse às ruas e demonstrasse pacificamente a sua aspiração pela liberdade. Em 1959 ele organizou dois congressos. Os líderes do MNC reuniram-se no primeiro congresso e, no segundo, todos os partidos nacionalistas chegaram a um acordo sobre um plano de ação conjunto.

 

O congresso do MNC fora realizado em um momento em que era claro que os colonialistas tentariam iniciar distúrbios. Enquanto o congresso estava em sessão no grande salão da Comuna de Mangobo, em Stanleyville, soldados e policiais belgas patrulhavam a rua do lado de fora. A presença da repressão não esfriava as paixões, mas Lumumba conseguiu evitar o agravamento da situação. Ele constantemente pedia que a população permanecesse calma e a advertiu contra os provocadores. O congresso adotou resoluções exigindo a independência sem demora, a africanização do pessoal e um encontro imediato entre lideranças congolesas e belgas.

 

Lumumba dificilmente dormia durante os dias em que o congresso estava em sessão. Após as sessões, podia ser visto nos escritórios da secretaria, escrevendo e ajudando de diversas maneiras. Ele recebeu delegações, discutiu variados problemas com delegados do congresso e outros visitantes, escreveu declarações para a imprensa e realizou coletivas com esta.

 

Nessa época, havia grande tensão entre a população civil e as tropas comandadas por oficiais belgas. Esta tensão atingiu o ponto alto quando o congresso dos partidos nacionalistas iniciou-se. Lumumba dirigiu-se a Leroy, governador da província de Orientale, e alertou-o de que a conduta do exército, que estava disposto a atirar contra a multidão, teria consequências desastrosas.

 

Por sugestão de Lumumba, o congresso enviou um telegrama ao governo belga exigindo que as autoridades coloniais marcassem um encontro entre os líderes congoleses e belgas sem perda de tempo. O Governo belga respondeu que não possuía quaisquer intenções de discutir o futuro do Congo com os dirigentes congoleses. A resposta veio à noite. O congresso esperava que os colonialistas fossem mais ou menos favoráveis. Após a leitura do telegrama, Lumumba disse: “Eu proponho o rompimento com a Bélgica”, e os delegados unanimemente manifestaram sua aprovação.

 

Os oficiais belgas que observavam o congresso pelas janelas invadiram o ambiente e lançaram bombas de gás lacrimogêneo. Lumumba corajosamente dirigiu-se até os belgas e disse-lhes para que saíssem do salão. Foi a primeira vez na história da colônia belga que oficiais brancos foram obrigados a obedecer um africano.

 

O comportamento corajoso de Lumumba conquistou a calorosa aprovação das multidões do lado de fora. Mais e mais pessoas enchiam a rua. Diante das ações provocativas das tropas, o povo de Stanleyville se armou de lanças, arcos e flechas, facas e outras armas. A situação estava ficando tensa. Os oficiais belgas perderam completamente o controle sobre si mesmos e começaram a atirar na multidão depois que os soldados congoleses se recusaram a atirar em seus irmãos. Quando o primeiro congolês foi atingido pelas balas dos oficiais, Lumumba foi até o homem morto, levantou-o nos braços e chorou. A visão de Lumumba chorando com as balas assobiando no ar fizeram com que o povo respondesse ao fogo dos oficiais belgas. Alguns dos oficiais reacionários caíram, com seus corações perfurados por flechas. Lumumba queria parar mais um derramamento de sangue e, nessa confusão, ele convocou as massas populares a permanecerem calmas. Elas obedeceram e se dispersaram, deixando a rua para as tropas dos colonialistas belgas.

 

Enfrentamentos entre populares e colonialistas belgas ocorreram novamente naquela noite. Lumumba encontrava-se em algum lugar do outro lado da cidade e, quando chegou ao local do confronto, já era tarde demais. Tropas e civis mortos, negros e brancos, estavam caídos na estrada. As autoridades ordenaram repressões implacáveis. Um mandado de prisão para Lumumba foi emitido no dia seguinte.

 

As notícias da prisão de Lumumba se espalharam rapidamente em Leopoldville, capital do Congo. Os colonialistas procuraram desesperadamente apoio entre os líderes congoleses, mas disso pouco encontraram. Os comícios organizados pelo MNC atraíram multidões imensas. As resoluções de apoio a Lumumba foram enviadas para Bruxelas. Delegações dos diferentes setores da população dirigiram-se às autoridades belgas no Congo e exigiram a libertação imediata de Patrice Lumumba.

 

A situação política piorava de dia para dia. As eleições para os órgãos locais de poder, estabelecidas para o final de 1959, se aproximavam. Os partidos nacionalistas decidiram boicotar essas eleições. Embora preso, Lumumba continuou dirigindo as atividades de seus partidários, e suas cartas chegavam a seus destinos apesar da estreita vigilância. Naturalmente, ele era vigiado por tropas congolesas. É interessante notar que, apesar das medidas rígidas que foram tomadas pelas autoridades coloniais, quase todas essas tropas (as congolesas, no caso) eram compostas por integrantes do MNC e tinham carteiras de filiação partidária.

 

Patrice Lumumba e a Conferência de Bruxelas

Em janeiro de 1960, o governo belga convocou uma conferência de mesa redonda em Bruxelas. Participaram líderes congoleses e representantes belgas. No momento em que a conferência foi aberta, Lumumba foi transferido de Stanleyville para uma prisão em Jadotville que era conhecida por ser uma câmara de tortura. Ele estava descalço, algemado e tinha marcas de espancamentos. Ele havia sido agredido no caminho.

 

A Conferência de Bruxelas iniciara-se sem Lumumba, mas seus representantes estavam lá. O processo se arrastou por vários dias sem que nenhum acordo fosse alcançado. Os líderes congoleses deixaram claro para as autoridades belgas que a conferência seria derrubada a menos que as repressões contra os congoleses fossem interrompidas e Lumumba fosse autorizado a participar da conferência. Esta condição foi cumprida.

 

Em Bruxelas, Lumumba foi recebido pela maioria dos líderes e jornalistas congoleses. Ele mostrou-lhes as feridas. Em um comunicado à imprensa, ele apelou aos belgas e congoleses para chegar a um acordo sobre a realização antecipada da independência do Congo.

 

Sua presença na mesa-redonda limpou a atmosfera. Desempenhara um papel particularmente notável em nomear o dia da proclamação da independência. Na conferência, ele expôs publicamente as manobras de alguns grupos financeiros belgas, que estavam tentando dividir o povo congolês e assim dividir o Congo. Lumumba até saiu da conferência e só retornou quando o advogado de Moise Tshombe (liderança pró-ocidental que reivindicava a separação da província de Katanga do resto do Congo), um belga chamado Humblet, fora excluído das sessões. Ele percebeu que o objetivo era legalizar a secessão de Katanga e chamou a atenção para o perigo. Os outros líderes congoleses apoiaram Patrice e condenaram as atividades de Tshombe, que em vista do descontentamento geral foi obrigado a dar garantias de que ele nunca havia defendido a secessão de Katanga. Mas os eventos subsequentes mostraram que isto não passava de uma farsa.

 

Um Conselho Executivo, que incluiu membros congoleses, foi criado durante a mesa-redonda sobre a sugestão de Lumumba. Este Conselho foi anexado ao Governador-Geral do Congo e, em princípio, o seu trabalho era dar suporte nas preparações da proclamação da independência e nas eleições parlamentares.

 

Ao retornarem ao Congo, os líderes nacionalistas receberam uma recepção jubilosa do povo. Os congoleses estavam orgulhosos por seus líderes terem sido bem sucedidos. Uma campanha eleitoral começou. Lumumba ganhou a eleição em abril de 1960. Isso foi desaprovado pelos colonialistas, que fizeram o máximo para manter Lumumba longe do poder. Mas eles se depararam com a determinação do povo, que estavam contra aquela realidade congolesa. Apesar das intrigas, Lumumba tornou-se o primeiro-ministro da República do Congo. Seu vice foi Antoine Gizenga, que mais tarde deu continuidade ao seu trabalho.

 

Lumumba e a independência do Congo

Os planos dos colonialistas para dar ao país apenas uma independência formal foram expostos por Lumumba muito antes de 30 de junho de 1960, o dia em que a independência da República do Congo foi proclamada. Ele dirigiu-se às massas, explicando a situação política para elas, mobilizando-as. Comícios foram realizados em todo o país. Lumumba garantiu um acordo básico entre os partidos nacionalistas em relação à unidade de ação. Esses partidos formaram posteriormente o bloco Lumumba ou nacionalista.

 

Em 30 de junho de 1960, quando o povo congolês celebrava sua independência, os belgas já desejavam retomar o controle do país. Mas apesar de todas as suas intrigas contra Lumumba, ele permaneceu no poder até o período mais sombrio de sua carreira política.

 

Seis dias após a proclamação da independência, o povo congolês enfrentou uma situação de emergência precipitada pelos colonialistas. Todo mundo sabia o que significava esta emergência. Naqueles dias e até o último minuto de sua vida, Lumumba mostrou-se um grande líder que orientava o destino de seu povo, a quem ele sempre servira devotadamente.

 

A vida de Patrice Lumumba foi uma luta contínua pelos interesses do Congo. Com o apoio do povo, ele se tornou chefe de governo e líder do movimento de libertação nacional no país. Hoje, ele já está morto, e seu povo lembra-se dele, de sua causa e de sua vida.

 

Estamos confiantes de que a causa justa pela qual muitos dos filhos do Congo deram suas vidas acabará triunfando.

 

Do livro "Lumumba: Fighter for Africa's Freedom", publicado pelo Editorial Progresso, de Moscou, em 1961

 

Escrito por Jean Bulabemba (jornalista congolês)

 

Traduzido por I.G.D.

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