"As ações militares dos EUA contra a Síria"

22/06/2017

 

 Torna-se mais brutal a campanha militar dos Estados Unidos contra a Síria.

 

Em abril passado, o império havia consternado todo o mundo com seu ataque de mísseis contra uma base aérea das forças governamentais da Síria.

 

Em 6 de junho, voltou a atacar uma posição das forças governamentais desse país sob o pretexto de que estas invadiram a “zona de amortização da tensão”.

 

Isto se caracteriza como um ato de terrorismo de Estado que persegue a derrubada do governo sírio de tendência anti-ianque.

 

Apesar dos seus pretextos de todo tipo, os EUA não podem ocultar o caráter criminoso das suas ações militares contra a Síria.

 

Há muito tempo vem manobrando para derrotar o atual governo sírio e estabelecer outro pró-ianque, o que é uma das metas da sua estratégia para dominar o Oriente Médio.

 

Para tal fim, os EUA se valeu de todos os meios sujos como aguçar o conflito interno da Síria.

 

Quando piorou a situação do Oriente Médio, inclusive a Síria, devido ao surgimento do “Estado Islâmico”, os Estados Unidos aproveitaram esta oportunidade para empreender a agressão militar sob o pretexto de “guerra antiterrorista”.

 

Sem a permissão do governo sírio, traçou unilateralmente no território sírio da “zona de amortização da tensão” onde atua como se fosse dono. Para tanto, ataca o exército árabe da Síria questionando até suas justas operações antiterroristas como “ato de intrusão”. Este fato demonstra que chega ao extremo a ambição do império ianque de derrotar o Estado sírio.

 

As ações militares estadunidenses contra o governo sírio constituem prova eloquente que revela a natureza agressiva da “guerra antiterrorista” preconizada pelo império americano.

 

A “guerra antiterrorista”, iniciada pelos EUA reclamando a “vingança” pelo incidente de 11 de setembro, foi uma nova versão da guerra de agressão para eliminar do globo terrestre os países independentes anti-imperialistas qualificando-os de “principais criminosos de terrorismo” e tomar a hegemonia mundial.

 

Ao aplicar a doutrina da “guerra antiterrorista” na Síria, os EUA atacam o exército governamental sob o pretexto de eliminar os elementos terroristas e apoia o “Estado Islâmico” falando da assistência às forças terroristas.

 

Devido aos atos de terrorismo estatal dos EUA, se criou um grave obstáculo às atividades do governo sírio para a integridade territorial e em muitos lugares do mundo como o Iraque morrem muitas pessoas inocentes pelo bombardeio indiscriminado e lançamento de mísseis.

 

Os Estados Unidos é o perturbador da paz e segurança mundiais e caudilho do terrorismo internacional.

 

Enquanto exista o imperialismo norte-americano neste planeta, se cometerão continuamente os crimes de terrorismo destinados a exterminar outros países e nações.

 

A realidade de hoje comprova outra vez que há que fazer frente somente com a força aos ianques e é totalmente justa a opção da RPDC de incrementar sem cessar as forças armadas nucleares.

 

O exército e povo coreanos consolidarão mais no qualitativo e quantitativo o dissuasivo nuclear de autodefesa frente as cada dia mais imprudentes manobras de guerra dos EUA.

 

Da KCNA (Korean Central News Agency)

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