"Desenfreia-se impunemente a discriminação racial nos EUA"

14/10/2016

 

Neste país que tanto vocifera sobre a “igualdade” e “felicidade de toda a população”, o número de moradores de rua chega a mais de 500 mil, dos quais os negros africanos são 40,4%.

 

A taxa de desemprego dos negros é duas vezes mais alta do que o índice médio dessa nação concernente a esta matéria, e um terço destes encontra-se mergulhado na extrema pobreza.

 

No máximo, eles se convertem em vítimas da caça dos policiais brancos somente pela razão de terem a cor de pele negra. A 27 de setembro deste ano, dois policiais apareceram diante de um pequeno comércio no subúrbio da cidade de San Diego, estado da Califórnia, e desferiram cinco tiros em um negro inocente até mata-lo brutalmente. Somente no último mês ocorreram três casos de assassinatos semelhantes.

 

No primeiro semestre do ano passado os policiais tiraram a vida de 1.100 habitantes, em sua maioria negros.

 

Entretanto, as autoridades judiciais amparam e favorecem tais atos criminais sob o pretexto de que os policiais agiram em “legítima defesa” ou estavam em “cumprimento de seus deveres oficiais”.

 

As autoridades judiciais do estado de Ohio e das cidades de Ferguson, Nova Iorque, Houston, etc., retiram sucessivamente a culpa sobre os bandidos que mataram os negros inocentes, incitando os policiais a continuarem com a caça aos negros.

 

Em muitas regiões estadunidenses convocam-se diariamente reuniões e manifestações contra as práticas da polícia.

 

Os manifestantes, com os cartazes em que podemos ler: “A vida do povo negro importa”, “Que não nos matem”, etc., marcham pelas ruas, exigindo das autoridades punição aos autores dos assassinatos contra os negros.

 

Agora, estas barbaridades provocam uma enérgica condenação internacional.

 

Em sua declaração, o chefe de um grupo de especialistas da ONU disse que se nos Estados Unidos se produzem com frequência a excessiva violência por parte dos policiais contra os negros, isto é, porque as pessoas envolvidas nos assassinatos não são condenadas a tempo. E continuou: Estes atos criminais são um reflexo do racismo estrutural e institucional; os EUA ainda deixam muito a desejar no sentido de garantir a igualdade de direitos para todos os cidadãos e não toma medidas suficientes para resolver o problema dos crimes racistas que ocorrem por causa da discriminação.

 

Apesar desta situação, os EUA vociferam sem sessar sobre o assunto dos “direitos humanos” desse ou daquele país, enquanto tenta exercer a influência como “juiz de direitos humanos” na arena internacional.

 

Na atualidade, as justas opiniões públicas do mundo reprovam as absurdas ações dos Estados Unidos, principal violador dos direitos humanos e exigem levá-lo ao banco dos réus da história.

 

Do Naenara

 

Traduzido por Igor Dias

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