"Um grande programa para a reunificação da Pátria"

04/07/2016

Se passou 44 anos desde que foi proclamada a histórica Declaração Conjunta de 4 de julho.

 

Pelo motivo da data de apresentação dos três princípios da reunificação da pátria: a independência, a reintegração pacífica e a grande unidade nacional, todos os compatriotas coreanos evocam com grande emoção as proezas realizadas pelo grande companheiro Kim Il Sung ao preparar um programa comum da nação sobre isto.

 

No início da década de 1970 a situação da Península Coreana requeria tomar medidas definitivas encaminhadas a resolver o assunto da reunificação em um princípio de independência.

 

Em 6 de agosto de 1971 o Presidente Kim Il Sung declarou sua vontade de manter contatos em qualquer momento com o Partido Democrático Republicado no poder e todos os demais partidos políticos, organizações sociais e personalidades individuais da Coreia do Sul. Para tal se organizaram contatos e diálogos de distintos ramos entre ambas partes da Coreia como as negociações da Cruz Vermelha e em maio de 1972 ocorreram em Pyongyang as conversações políticas bilaterais de alto nível.

 

Nesta ocasião, o Presidente se reuniu com os delegados sul-coreanos que vieram a Pyongyang para participar nestas conversas, quando lhes disse: “Não podemos admitir que a nação coreana se divida em dois e devemos alcançar quanto antes a reunificação e deixar com legado a pátria unificada para as gerações vindouras”. E continuou: “para realizar o objetivo, o mais importante é estabelecer corretamente os princípios fundamentais que possam servir de base para encontrar uma solução: somente quando ambas partes agimos mediante o consentimento mútuo, podemos nos esforçar em comum pela causa em questão e resolver com êxito todos os problemas que surgem em seu cumprimento”.

 

“Considero que o problema da reunificação do nosso país deve ser resolvido, custe o que custar, de modo independente, sem intervenção das forças estrangeiras e por via pacífica, segundo o princípio de promover a grande unidade nacional”, apontou.

 

Ao escutá-lo, um delegado sul-coreano se posicionou em seu assento e expressou seu acordo total sobre os três princípios da reunificação do país.

 

Kim Il Sung seguiu explicando: “resolver pela via independente o problema da reunificação da pátria, sobre a base do princípio da autodeterminação nacional, é a posição de princípios que manter invariável o Governo da nossa República; se nós, os compatriotas, estabelecemos contatos e diálogos, é totalmente possível dissipar o mal entendido e a desconfiança, conquistar a unidade nacional e reintegrar à nação com suas próprias forças sem ingerência, das forças externas; para alcançar a grande unidade nacional é indispensável que o Norte e o Sul atuem por cima de suas diferenças ideológicas e dos seus regimes, não recorrendo à política de hostilidade, e se esforcem para eliminar a confusão e a desconfiança e deixar de caluniar um ao outro”. E quanto ao princípio da reunificação pacífica, detalhou as vias para alcançar este fim.

 

O delegado sul-coreano, muito comovido, se levantou outra vez e expressou seu pleno apoio a sua proposta do Presidente, acrescentando que o consentiria também a máxima autoridade sul-coreana, e expressou sua vontade de tomá-la com firmeza para a reintegração do país.

 

“Podemos dizer, acrescentou Kim Il Sung, que chegamos a um completo acordo acerca dos três princípios da reunificação da pátria; dado que o acordado esta vez pelo Norte e o Sul constitui o programa de reintegração que deve ser realizado de comum acordo por toda a nação coreana, seria bom proclamá-lo ante o mundo, para pôr em conhecimento de toda a nação coreana e outros povos do mundo. Como resultado, em 4 de julho de 1972, foi publicada a Declaração Conjunta que os tem como conteúdo principal.

 

Durante mais de 40 anos os ditos princípios estimularam com energia o movimento pela reunificação nacional e neste curso se comprovaram evidentemente sua justeza e vitalidade.

 

Sua ideia está encarnada tanto no projeto de reunificar o país mediante o sistema confederativo como na Declaração Conjunta de 15 de Junho adotada no encontro da cúpula Norte-Sul ocorrido em 2000, o primeiro deste tipo na história coreana, e a Declaração de 4 de outubro proclamada em 2007. Sua justeza se fortalece mais no fato de que se abriu uma época em que todos os compatriotas compartilham do mesmo propósito e alma sob o ideal de compatriotas.

 

De ater-se com maior rigor aos três princípios da reunificação nacional e dinamizar a luta para defender e verificar a Declaração Conjunta de 15 de Junho e a de 4 de Outubro que os encarnam, por mais sinistras que sejam as manobras das forças anti-reunificação dentro de fora do país, é possível antecipar a reunificação independente, a paz e a prosperidade. Todos os compatriotas do Norte, do Sul e do ultramar impulsionarão energicamente o movimento da reunificação do país, com sua força unida e com a bandeira dos três princípios no alto.

 

Do Naenara

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