Linha de desenvolvimento paralelo é o remédio onipotente da RPDC

31/03/2016

Transcorreram 3 anos desde que a República Popular Democrática da Coreia apresentou (31 de março de 2013) a nova linha estratégica de desenvolver paralelamente a construção econômica e a das forças armadas nucleares.


Ri Ho, candidato a professor titular da Universidade Kim Il Sung disse: “que resultado trouxe à RPDC durante três anos a agitação de isolamento e pressão políticos sem precedentes na história mundial, as sanções e o bloqueio econômicos de alto grau, a ameaça e chantagens militares nunca vistas?


Tais manobras das forças hostis produziram frutos completamente opostos a suas intenções.


Ainda que EUA e seus satélites fizeram desesperados esforços para frear a possessão de armas nucleares da RPDC e asfixiá-la do ponto de vista econômico, esta alcançou êxito no teste da bomba de hidrogênio e construiu as criações monumentais de tamanho mundial.


A agência de notícias norte-americana UPI publicou que independentemente do ambiente do Ocidente onde reina o ambiente de pressão à RPDC por motivo do primeiro teste da bomba de hidrogênio desta, os coreanos demonstram os sorrisos felizes nas bases do serviço público; no campo de esqui Masikryong construída sob a profunda atenção do Dirigente Kim Jong Un incrementou-se consideravelmente o número dos turistas em comparação com o ano passado; estes fatos demonstram que as sanções sobre a RPDC não surtem nenhum efeito.


Os três anos passados comprovaram que o caminho do desenvolvimento paralelo optado pela Coreia do Songun não é o de “isolamento” e “ruína” de que fala os EUA, os traidores títeres sul-coreanos e o Ocidente, mas o de auto fortalecimento e o de invencível.


O professor para assuntos internacionais da Universidade Pensilvania, Joseph Dethomas, que foi ex assistente do secretário de Estado, escreveu o artigo intitulado “A ‘sanção’ sobre o Norte da Coreia se iguala ao martelo sem prego”.


O artigo destaca que os EUA, o Sul da Coreia e o Japão executaram a política de sanção adicional para frear o programa nuclear e de míssil da RPDC. Pontua que seria melhor abandonar a esperança em que se lograriam alguns resultados desejados. É irracional pensar que a sanção faria a RPDC abandonar seu programa nuclear e de míssil, assinala e continua que isto faz imaginar um carpinteiro que martela sem pregos.


As forças hostis devem compreender os fatos de que enquanto que a RPDC mantém a linha de desenvolvimento paralelo, remédio onipotente justo, serão inúteis todas suas tentativas de frear seu avanço e que na medida em que passa o tempo elas mesmo cairão em situação mais desfavorável.


da Korean Central News Agency

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