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URC: "Defender a Guerra Popular! Viva os 50 anos do Partido Comunista das Filipinas!"

Desde a sua fundação, a União Reconstrução Comunista desenvolve um trabalho de solidariedade à Revolução Filipina, divulgan­do para o público brasileiro a luta armada que ali se desenvolve e esforçando-se para destacar as devidas lições políticas deste processo revolucionário que, sem sombra de dúvidas, servirão para inspirarmos os comunistas e revolucionários de nosso país, que se esforçam pela retomada da Revolução Brasileira e a reconstrução do Partido Comunista do Brasil. Ainda pouco divulgada no Brasil, a Revolução Filipina é uma das guerras revolucionárias – dirigidas pela clas­se operária revolucionária filipina e seu partido, o PCF – que há mais tempo persistem, avançando heroicament

Sison: "Grandes conquistas do Partido Comunista das Filipinas em 50 anos de luta revolucionária

NOTA DO AUTOR: Como presidente fundador do Partido Comunista das Filipinas, fui convidado por amigos acadêmicos, jornalistas e ativistas e muitas outras pessoas para avaliar o PCF nos últimos 50 anos e descrever sua situação atual e suas perspectivas. Todos estão antecipando o rápido aniversário de ouro do Partido. Escrevo este artigo com base em minha experiência anterior e com base em documentos publicamente disponíveis. O Partido Comunista das Filipinas (PCF) foi fundado em 26 de dezembro de 1968 como o partido revolucionário do proletariado filipino e do povo sob a orientação do marxismo-leninismo-maoísmo (MLM), a fim de continuar a revolução inacabada iniciada pelo Katipunan em 1896 e p

"No 'Ninguém Solta a Mão de Ninguém' os comunistas já viraram alvo"

Bolsonaro sequer tomou posse, e ao que parece já virou moda comparar seu governo com o que foi um de seus alvos prioritários na campanha: os comunistas. A revolução chinesa e o bolsonarismo A vanguardista, neste caso, foi a cientista social e antropóloga Rosana Pinheiro-Machado, que assinou o artigo “O bolsonarismo repete a Revolução Cultural da China” no The Intercept. No artigo, a professora universitária argumenta, em linhas gerais, que o projeto Escola Sem Partido “repete linhas de ação da Revolução Cultural, movimento chinês igualmente obcecado com o fantasma da doutrinação ideológica e que, por isso, perseguiu professores, intelectuais e jornalistas entre 1966 e 1969.” Para sustentar s

"A Nova Democracia e o ZANU-PF: O Caminho Revolucionário de Zimbábue"

África mais uma vez está na mira do Imperialismo. Após duas lutas bem-sucedidas na Tunísia e Egito, EUA e a OTAN lançou uma guerra de agressão contra Muammar Gaddafi e o povo líbio. A França recentemente conduziu uma campanha de bombardeios impiedosa na Costa do Marfim para derrubar o Presidente nacionalista Laurent Gbagbo. Conforme as eleições zimbabuanas de 2011 se aproximam, a ameaça de intervenção imperialista na África Austral se aproxima perigosamente. Os Marxista-Leninistas defendem o Presidente Robert Mugabe e a União Nacional Africana do Zimbábue-Frente Patriótica (ZANU-PF) como um governo anti-imperialista legítimo. No entanto, uma análise mais detalhada do atual Zimbábue revela ma

"Conversa entre Kim Il Sung e Ludo Martens"

Estou muito satisfeito por você estar fazendo outra visita ao nosso país, camarada presidente, e lhe dou as boas vindas. Sua atual quarta visita é um testemunho do fato de que nossos dois partidos estão trabalhando em estreita união e cooperação uns com os outros. Saúdo também todos vocês que vieram ao nosso país para fazer um filme introdutório sobre a Coreia. Como você já teve uma conversa com nossos funcionários, não tenho intenção de abordar detalhadamente a situação de nosso país. Os estadunidenses estão tentando nos espremer até a morte. O inimigo está tentando nos destruir para impedir que sigamos avançando pelo caminho do socialismo, através de bloqueios econômicos e alienação, m

Mao: "Unidade até o fim"

O terceiro aniversário da Guerra de Resistência contra o Japão e o décimo nono aniversário da fundação do Partido Comunista da China cumprem-se num mesmo momento. Ao celebrar-se hoje o aniversário da Guerra de Resistência, nós, os comunistas, sentimos com intensidade bem particular a nossa responsabilidade. A responsabilidade pelo futuro da nação chinesa, pela sua existência ou subjugação, deve ser assumida por todos os partidos e grupos políticos que resistem ao Japão, bem como pela totalidade do povo, mas nós, os comunistas, entendemos ser sobre nós que recai o mais pesado da responsabilidade. O manifesto sobre a situação atual, publicado pelo Comité Central do nosso Partido, é, na essênci

"A Revolução não tem orientação sexual"

“Se nós tivéssemos que nos agrupar juntos nesta frente de guerrilha, nós faríamos uma companhia. Mas isso não irá acontecer. Você viu o quão arruaceiros nós fomos durante o jogo de vôlei? Nós poderíamos ser extremamente barulhentos”. Todos eles gargalharam da ideia. Poucos são os momentos que eles se unem. Na realidade, alguns deles acabaram de se conhecer. Eles pertencem a zonas diferentes de guerrilha e dizem que não podem se agrupar. Não porque são turbulentos mas porque eles tem uma necessidade em particular nas áreas onde eles são nomeados. Eles são membros do Batalhão Pulang Bagani (Pulang Bagani Battalion, PBB) do Novo Exército Popular (New People’s Army, NPA). Revolucionários. Bayote

Stalin: "I. M. Sverdlov"

Há homens, chefes do proletariado, dos quais pouco se fala na imprensa, talvez porque eles mesmos não gostem que se fale sobre a sua pessoa, mas que são, não obstante, seiva vital e verdadeiros dirigentes do movimento revolucionário. I. M. Sverdlov era um desses chefes. Organizador até a medula, organizador por natureza, por hábito, por educação revolucionária, por instinto, organizador por toda a sua fervorosa atividade: tal é a figura de I. M. Sverdlov. Que significa ser chefe e organizador, na nossa situação, quando o proletariado se encontra no Poder? Não significa escolher auxiliares, montar um aparelho burocrático para dar ordens através dele. Nas condições reinantes no nosso país, ser

"A Internacional Comunista e a Internacional Sindical Vermelha"

I A burguesia mantém a classe operária na escravidão não só pela força bruta, mas também por suas mentiras refinadas. A escola, a igreja, o parlamento, as artes, a literatura, a imprensa cotidiana, são poderosos instrumentos dos quais se serve a burguesia para embrutecer as massa operárias e fazer penetrarem as idéias burguesas entre o proletariado. Entre essas idéias burguesas que a classe dominante conseguiu insinuar entre as massas trabalhadoras, se encontra a idéia da neutralidade dos Sindicatos, de seu caráter apolítico, estranho a todo partido. Desde as últimas décadas da história contemporânea e, em particular, desde o fim da guerra imperialista, em toda a Europa e na América, o

Lenin: "Do Acampamento do Partido 'Operário' de Stolypin"

(Dedicado aos nossos “conciliadores” e defensores do “acordo”) A carta do camarada K.[1] (Koba) merece uma profunda atenção de todos aqueles que prezam pelo nosso Partido. Uma melhor exposição da política de Golos (e da diplomacia de Golos), uma melhor refutação dos pontos de vistas e esperanças de nossos “conciliadores” e defensores do “acordo” é difícil de imaginar. É o caso citado pelo camarada K. uma exceção? Não, isto é típico dos defensores de um Partido “Operário” de Stolypin, pois sabemos muito bem que um número de escritores no Nasha Zarya, Dyelo Zhizni, etc., já pregaram sistematicamente estas ideias tremendamente liquidacionistas por anos. Estes liquidadores não costumam se reunir

"Judiciário autorizou 150 ações de despejo contra MST em 2018"

O Poder Judiciário acompanha a tendência de avanço das forças conservadoras no Brasil, a partir do golpe parlamentar de 2016. É o que mostram os números de ações de despejos contra acampamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em 2018. Este ano, foram autorizadas mais de 150 ações judiciais de despejo, um recorde desde que os dirigentes do movimento começaram a contabilizar essas ações. Para a dirigente Ayala Ferreira, do setor de Direitos Humanos do MST, o impeachment da presidenta eleita Dilma Rousseff (PT) foi um divisor de águas para os conflitos rurais no Brasil, intensificando a ofensiva contra os camponeses em favor dos interesses da bancada ruralista. “As família

"O problema da Universidade"

Pressente-se a proximidade de uma ofensiva contra o velho regime universitário. O fechamento da Universidade de Cuzco no ano passado, levantou com urgência o problema de sua reorganização. A comissão encarregada de propor o respectivo plano, o fez com empenho diligente e com ambiciosa esperança. Seu projeto parecia definitivamente preso nas armadilhas burocráticas do Ministério de Instrução Pública, entre as quais nunca conseguiram, – de acordo com a prática – que as ideias saíssem do papel. Mas, posteriormente, o Congresso autorizou expressamente o Governo a iniciar as reformas na educação universitária, e desde então, a universidade passa a sentir demais sua angustiante presença. Todos con

Engels: "Carta a Otto von Boenigk"

Senhor Otto v. Boenigk Breslau Mui caro senhor, Só posso responder de modo breve e em geral aos pedidos de informação de V.; caso contrário, acerca do primeiro tinha que escrever um tratado. Ad I. A chamada “sociedade socialista” é, em meu entender, não uma coisa pronta de uma vez por todas, mas, tal como os outros estados da sociedade [Gesellschfatszustände], é de apreender [como] compreendido em contínua mudança e reorganização [Umbildung]. A diferença crítica relativamente ao estado atual consiste naturalmente na organização da produção na base da propriedade comum — antes do mais, pela nação — de todos os meios de produção. Não vejo quaisquer dificuldades em executar este revolucionament

Sankara: "A revolução de Burkina Faso está se consolidando"

Camarada Presidente, qual é a posição de Burkina Faso em relação à luta contra o apartheid? O apartheid é hoje uma forma de nazismo moderno. O apartheid é um elemento vivo do imperialismo de nosso tempo. Definitivamente, o apartheid é também um estratagema na luta de classes pela exploração do homem pelo homem. Por tanto, tática e estrategicamente devemos combater o apartheid não porque somos negros, mas simplesmente porque somos homens e não animais, porque escolhemos no marco da luta de classes, a classe do futuro, a classe dos trabalhadores, que torna os homens livres, prósperos e felizes. O que se faz concretamente em Burkina Faso para lutar contra o apartheid? Burkina Faso organiza a lu

Marx: "A Abraham Lincoln, Presidente dos Estados Unidos da América"

Senhor, Felicitamos o povo Americano pela sua reeleição por uma larga maioria. Se a palavra de ordem reservada da sua primeira eleição foi resistência ao Poder dos Escravistas [Slave Power], o grito de guerra triunfante da sua reeleição é Morte à Escravatura. Desde o começo da titânica contenda americana, os operários da Europa sentiram instintivamente que a bandeira das estrelas carregava o destino da sua classe. A luta por territórios que desencadeou a dura epopeia não foi para decidir se o solo virgem de regiões imensas seria desposado pelo trabalho do emigrante ou prostituído pelo passo do capataz de escravos? Quando uma oligarquia de 300 000 proprietários de escravos ousou inscrev

"G20: muita maquiagem, pouca esperança"

Fidel, em uma de suas reflexões em 2011, descrevia o G20 como a organização "dos países mais desenvolvidos e ricos do planeta", ao tempo que se referia ao foro internacional, onde se reúnem como "uma reunião entre os grandes produtores de maquinarias e bens industriais e grandes fornecedores de matérias-primas que ao longo de meio milênio depois da conquista, foram colônias europeias e no século passado, eram fornecidos de produtos agrícolas, minerais e recursos energéticos, vítimas de uma implacável troca desigual". O site oficial do Grupo dos 20 refere que suas fileiras estão compostas pela União Europeia mais 19 países: Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Chi

"Aos jovens e estudantes"

Após a morte do grande marxista-leninista Stalin, a facção revisionista renegada soviética usurpou a liderança do Estado, do partido e do exército e estabeleceu uma ditadura burguesa na União Soviética, a terra da Grande Revolução Socialista de Outubro. Esta camarilha renegada revisionista tornou-se líder e ponto focal dos revisionistas do mundo. Naturalmente, após o estabelecimento da ditadura burguesa, eles se tornaram os primeiros cúmplices dos imperialistas; em particular, avançaram muito no caminho da colaboração com os imperialistas norte-americanos. Isso porque o imperialismo norte-americano é hoje o líder do campo imperialista e está perseguindo ainda mais feroz e amplamente as polít

"Massas em Luta e Multidões a partir Coisas"

Curzio Malaparte, autor de extrema-direita do período de entre-guerras, escreveu nos anos 30 um livro insólito chamado Técnica do Golpe de Estado. Nele adentramos numa série de episódios da conturbada história europeia que se estendem do fim da I Guerra Mundial à ascensão de Hitler ao poder na Alemanha, e confrontamo-nos com uma série de coisas singulares: revolucionários de esquerda a tentarem tomar o poder à frente de divisões do exército, e a serem detidos por greves operárias convocadas pelo Governo; revolucionários comunistas a serem rechaçados de arma em punho por trabalhadores que ouvem o terço pela rádio; camponeses a atacar enraivecidamente piquetes de greve por serem “socialistas”,

W. E. B. Du Bois: "Sobre Stalin"

Joseph Stalin foi um grande homem; poucos outros homens do século XX aproximaram-se de sua estatura. Ele foi simples, calmo e corajoso. Ele raramente perdeu sua postura: ponderava problemas lentamente, tomava suas decisões clara e firmemente; nunca cedia à ostentação nem se abstinha de manter seu lugar de direito com dignidade. Ele era o filho de um servo, mas manteve-se calmamente perante os grandes sem hesitação de nervos. Mas também – e esta foi a mais elevada prova de sua grandeza – conhecia o homem comum, sentia seus problemas, seguia o seu destino. Stalin não foi um homem de aprendizado convencional; ele foi muito mais que isso: ele foi um homem que pensou profundamente, leu compree

"A linha revolucionária do Songun é uma grande linha de nossa época"

Hoje em dia nossa revolução avança triunfalmente com a bandeira do Songun no alto, sob a direção do Partido. Graças à política do Songun de nossa organização as forças armadas revolucionárias se fortaleceram extraordinariamente, a linha defensiva do país ganhou em firmeza e conquistou grandes mudanças na revolução e sua construção. Por suas potencialidades essa política nos permitiu defender a Pátria e a revolução, frustrando a cada dia as provocações dos imperialistas contra nossa República e o socialismo, assim como manifestar ante todo o mundo a dignidade e o prestígio da Coreia socialista. Trata-se de uma política vitoriosa já provada pela história, conquistada através de severas dificul

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