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"Infraestruturas e vidas destruídas são os feitos da Coligação contra o Daesh "

Senhor Presidente: Aristóteles teria dito: "Querer provar coisas que são claras por si mesmas é iluminar o dia com uma lamparina"... É um pensamento que me transporta a alguns dos meus colegas presentes nesta sala, os quais comportam-se como se, com o microscópio na mão, procurassem sob as suas objetivas alguns grãos de verdade aqui ou ali, fazendo cara de ignorar o enorme elefante [feito de mentiras e de enganos] que deveria simbolizar esta sessão assim como as anteriores. Um enorme elefante que corresponde, evidentemente, à tripla agressão do meu país por Estados Membros permanentes deste Conselho e à ocupação de um terço do seu território por estes três Estados agressores por outros

"Uma nova era de paz e prosperidade para a Nação Coreana"

A nação coreana viveu por muito e muito tempo junta como um só país, dividindo a mesma história, cultura, tradições, linguagem, e muitas outras características comum aos habitantes da Península Coreana. Por conta de interferência estrangeira, em um momento de mudanças e de luta pela independência em todo o mundo, a Coreia não pôde ficar sequer um mês completo como única nação após sua libertação do domínio colonial japonês. Todo o esforço feito pelos coreanos do norte e do sul para libertar o país ficaram em cheque quando o imperialismo estadunidense adentrou no país para usufruir de uma base avançada para dominação e agressão de todo o mundo, trazendo além de toda a repressão e atrocidade

Breve entrevista de Patrice Lumumba a uma agência soviética

O primeiro-ministro do Congo, Patrice Lumumba, que agora está em Washington, deu a seguinte entrevista a um correspondente da TASS (Agência de Informação e Telegrafia da Rússia): TASS: Como, na sua opinião, a decisão do Conselho de Segurança da ONU sobre a rápida retirada das tropas belgas do Congo está sendo cumprida? Lumumba: A Bélgica já provou que não respeita as decisões do Conselho de Segurança. O governo belga continua com suas ações agressivas e também com as represálias selvagens contra o nosso povo. Recorde-se que, já em 14 de julho, o Conselho de Segurança exigiu, numa resolução, que as tropas belgas saíssem do Congo; enviou as forças armadas da ONU ao nosso país para respaldar es

"ILPS saúda o acordo histórico entre os líderes das duas Coreias"

A Liga Internacional da Luta dos Povos (ILPS) dá as boas-vindas ao encontro histórico entre o líder da RPDC, Kim Jong Un, e o Presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, como um passo positivo para concretizar a aspiração do povo coreano pela paz, prosperidade e unificação do seu país. A reunião histórica marca um ponto alto nos esforços de ambas as Coreias para melhorar as relações inter-coreanas. Foi posta em movimento pelo discurso de Ano Novo do Presidente Kim Jong Un, desejando sucesso nas Olimpíadas de Inverno em Pyeongchang e apontando para a necessidade de tomar medidas positivas para "melhorar as relações inter-coreanas, evitar confrontos militares e remover o perigo da guerra entre

"Procurando a sociedade Buena Vista Social Club"

A sociedade Buena Vista Social Club foi fundada em 1939, no mesmo ano em que começou o famoso cabaré Tropicana. Reunia um grupo de membros que praticavam atividades relacionadas com música e dança, tendo grande popularidade em Cuba. A sociedade teve um precedente, em 1932, que se perdeu no tempo e isso foi o que me motivou fazer um passeio pelo popular bairro de Buena Vista, em Havana, até chegar ao lendário e antigo clube social. “Este foi um bairro muito pobre, com reputação de marginalidade, mas muito unido”, contou-me o último sobrevivente da Sociedade Buena Vista Social Club, Reinaldo Cabrera López, que me acompanhou até o lugar onde esteve localizada a sociedade, em 1932, na época

"Nicarágua: uma rebelião de empresários?"

Daniel Ortega, representante do populismo no sentido definido pelos clássicos da Teoria da Dependência, em seu jogo de equilíbrio entre as classes no decorrer de seu segundo mandato (no século XXI), virou à direita. Formulou um pacto de “unidade nacional”, que integra o empresariado, uma coalizão entre a velha oligarquia e os novos ricos de origem sandinista; os sindicatos sandinistas foram cooptados, mas, bem ou mal, precisam dar respostas às bases; e o governo. O antigo empresariado oligárquico que fez forte oposição no primeiro governo Ortega aceitou de bom grado o pacto porque assumiu a hegemonia dentro do bloco dominante. Tudo estava indo de vento em popa, pelo menos internamente. Com

"O nosso clamor contra o genocídio dos nossos povos"

Depois de 518 anos, as hordas do esbulho, da acumulação e do lucro continuam massacrando e exterminando os nossos povos para tomar conta de nossas terras e territórios, dos bens comuns e de todas as formas de vida que, milenarmente, soubemos proteger e preservar. Completados 30 anos da Constituição Federal de 1988, que consagrou a natureza pluriétnica do Estado brasileiro, os povos indígenas do Brasil vivem o cenário mais grave de ataques aos seus direitos desde a redemocratização do país. Condenamos veementemente a falência da política indigenista, efetivada mediante o desmonte deliberado e a instrumentalização política das instituições e das ações que o Poder Público tem o dever de garan

"Lenin e o Movimento Operário Revolucionário nos Balcãs"

O movimento operário nos países balcânicos, e sobretudo na Bulgária, Sérvia e Romênia, encontrava-se desde a sua origem sob a influência do movimento revolucionário da Rússia. Os primeiros organizadores, os primeiros dirigentes da classe operária destes países eram os alunos diretamente formados pelos marxistas russos. Os melhores quadros dos intelectuais da classe operária eram educados e formados sob a influência da literatura marxista russa, por um lado, e sob a influência da luta heroica dos revolucionários russos contra a czarismo, a burguesia e o oportunismo, por outro. Mas o movimento operário dos países balcânicos deve o seu caráter revolucionário, claro e definido, antes de tudo a L

"Declaração de Panmunjom para a Paz, a Prosperidade e a Unificação da Península Coreana"

No dia 27 de abril, o líder da Coreia Popular, Kim Jong-un, e o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, realizaram um encontro da cúpula inter-coreana em Kaesong na zona desmilitarizada na fronteira entre os dois países. Os dois mandatários discutiram o processo de paz na Península Coreana e assinaram uma declaração histórica para o processo de reunificação. Declaração de Panmunjom para a Paz, a Prosperidade e a Unificação da Península Coreana Durante este período de transformação histórica na Península Coreana, refletindo a aspiração duradoura do povo coreano pela paz, a prosperidade e a unificação, o presidente Moon Jae-in, da República da Coreia, e o presidente Kim Jong Un, da Comissão

"Mulheres, Poder e Revolução"

Cerca de duas semanas antes de eu ingressar no SNCC [Comitê Coordenador Estudantil Não-violento, em tradução livre], “Black Power” [Poder Preto] substituiu “Freedom Now” [Liberdade Já] como o grito de guerra. Nós, jovens mulheres e homens que se juntaram às linhas de frente da guerra contra a segregação, estávamos contestando o legado remanescente da escravidão racial. O que buscávamos eliminar eram as limitações legais, sociais, psicológicas, econômicas, e políticas ainda impostas em nossos direitos humanos, e em nossos direitos como cidadãos. Esse era o contexto no qual nós lutamos para remover limitações impostas pelo gênero, claramente cientes de que não poderiam ser combatidas como uma

"Sede Homens de Ampla Cultura"

Nós apreciamos os jovens do Komsomol não só porque, como dizem os pioneiros, são os “herdeiros” dos velhos bolcheviques, mas também porque esses “herdeiros” tomam parte ativa na edificação, porque são uma fôrça ativa e criadora do país. Isto, como é natural, implica numa grande responsabilidade para o Komsomol leninista. E a primeira obrigação de cada organização do Komsomol, como em geral a de qualquer organização, deve ser a de saber orientar e utilizar suas forças da maneira mais adequada e que renda os melhores resultados. Nem sempre é bom o chefe que lança todas as suas forças ao combate de uma vez. Nem sempre essa forma de combater é adequada. Será um bom chefe aquele que saiba conse

“Nicarágua na mira do Império”

Recentemente, Manágua e outras cidades da Nicarágua conheceram dias de violência. Como em Caracas, entre abril e julho do ano passado, multidões implementaram excessos contra prédios públicos, mercados, escolas, policlínicas; e eles consumam assassinatos contra policiais e jornalistas. Embora as autoridades tenham tentado minimizar os fatos, a CNN foi encarregada de levar ao mundo cenas que pareciam esquecidas, pelo menos na Pátria de Sandino. A gota que transbordou o copo de descontentamento social foi uma disposição do governo que visa aumentar as contribuições para a Seguridade Social de empregadores e trabalhadores. A iniciativa foi gerada pelo acentuado déficit orçamentário desse serv

"Estou em casa"

Moscou, EUA - “Este é Paul Robeson, o maior cantor americano!” Declarou o famoso diretor de cinema Eisenstein, apresentando Robeson a uma recepção em sua homenagem, da qual participaram quase todas as celebridades do teatro e do mundo das artes de Moscou. A recepção foi dada na “Casa do Kino”, clube palaciano dos trabalhadores da indústria cinematográfica. Repito as palavras de Eisenstein, mestre de cerimônias na recepção, não para informar o público sobre quem Robeson é, pois isso é bem conhecido, mas para mostrar o tom do sentimento dos trabalhadores e dos artistas na União Soviética em relação a esta visita do cantor negro, filho de um escravo nos Estados Unidos - para mostrar a apreciaçã

Lenin: "A Rebelião Irlandesa de 1916"

Nossas teses foram escritas antes do despertar desta rebelião, que deve ser a pedra de toque de nossas visões teóricas. As visões dos oponentes da autodeterminação os fez com que chegassem à conclusão que a vitalidade das pequenas nações oprimidas pelo Imperialismo já foi desfeita, que elas não podem desempenhar qualquer papel contra o Imperialismo, que o apoio à suas aspirações puramente nacionais não levará à nada, etc. A Guerra Imperialista de 1914-1916 nos deu fatos que refutam tais conclusões. A guerra provou que estamos em uma época de crise para as nações da Europa Ocidental, e para o Imperialismo como um todo. Toda crise joga no lixo as convencionalidades, descarta a base de sustenta

"Lutar contra o imperialismo francês!"

Há quase um século, com o golpe de mão, o imperialismo francês empreendeu o roubo de nosso país. Houve a conquista. Houve o massacre de mulheres e crianças, a queima de aldeias e colheitas, o roubo de riquezas por um exército ávido por saques e sangue. De 15 anos para cá, saquearam dos nativos: 18 milhões de cordeiros, três milhões de bois, quase um milhão de dromedários e, durante a expedição na Cabília, 300 aldeias foram queimadas. Relataremos aqui apenas alguns fatos dentre os milhares que ocorreram. Mas é importante notar que enquanto os massacres são feitos, o trabalho do banditismo continua com a perversidade característica do imperialismo francês. Desde a conquista, 11 milhões de hect

"RPDC denuncia o perigo da penetração ideológica e cultural dos EUA"

A penetração ideológica e cultural dos Estados Unidos é um ato agressivo para entorpecer a saudável consciência ideológica do povo e, a longo prazo, derrubar o governo. É assim que o diário Rodong Sinmun revela em um artigo publicado neste domingo e continua: Um país, dominado pela ideologia e cultura imperialista, não pode defender-se mesmo que conte com forças militares tão poderosas, o que é uma lição sangrenta da história. Em tempos passados, a ideologia e a cultura reacionárias foram o guia da agressão dos imperialistas, mas hoje eles cumprem o papel protagonista da agressão. Podemos voltar a valorizar bens materiais destruídos, mas não a destruição espiritual e moral da humanidade

"Apenas junto com as Mulheres Proletárias o Socialismo será Vitorioso"

As investigações de Bachofen, Morgan e outros parecem provar que a repressão social das mulheres coincide com a criação da propriedade privada. O contraste na família entre o marido como proprietário e a mulher como não proprietária se tornou a base da dependência econômica e da ilegalidade social do sexo feminino. Essa ilegalidade social representa, de acordo com Engels, uma das primeiras e mais antigas formas da exploração de classes. Ele afirma: “Na família, o marido representa a burguesia e a esposa o proletariado”. No entanto, a questão das mulheres não era questionada neste sentido específico do mundo moderno. Somente o modo de produção capitalista, o modo de produção que criou a trans

"Cinco motivos para lutar contra a privatização da Eletrobras"

1 - Privatização da Eletrobras é um assalto internacional ao povo brasileiro O Sistema Eletrobras possui 31% da geração, 48% das linhas de transmissão e 7% da distribuição de energia elétrica no país. O patrimônio da Eletrobras inclui 233 usinas (47 hidrelétricas) de geração de energia elétrica que produzem em torno de 182 milhões de MWh/ano (87% hídrica), o que garante abastecer o consumo total dos 70,5 milhões de consumidores residenciais brasileiros que consomem 134 milhões de MWh/ano, e ainda sobra energia. Além disso, possui 70.201 Km de linhas de transmissão, 271 subestações e 4,3 milhões de consumidores na distribuição, especialmente na Amazônia brasileira. Todo patrimônio da Eletrobr

"Resolução sobre a cessação de testes nucleares e testes de lançamentos de mísseis"

No Terceiro Pleno do Sétimo Período do Comitê Central do Partido Trabalhista da Coreia realizada em 20 de abril em Pyongyang sob a direção de Kim Jong Un foi apresentado com o título "Sobre a declaração da grande vitória da linha de desenvolvimento paralelo da construção econômica e das forças armadas nucleares" a seguinte resolução que nós publicamos abaixo de forma independente devido a sua enorme importância: 1) Declaramos solenemente a condução segura de armas nucleares durante a execução de testes nucleares subcríticos, o teste nuclear subterrâneo, de minimização e de flexibilização das armas nucleares e o desenvolvimento de armas nucleares de grande porte e os meios de transporte no

"Sobre a educação comunista"

Camaradas: Há 20 anos, precisamente a 2 de outubro de 1920, Lênin pronunciou um discurso sobre a educação comunista no III Congresso da União das Juventudes Comunistas da Rússia. Dirigindo-se ao Komsomol, Lênin disse que era pouco provável que nossa geração, educada na sociedade capitalista, pudesse levar a cabo a edificação da sociedade comunista. Essa tarefa deveria tocar à juventude. Pois bem: Hoje, quando aplaudíeis, recordei involuntariamente essas palavras e me ocorreu pensar que diante de mim encontram-se esses antigos jovens do Komsomol, essa geração a que se dirigia Lênin. E que esses jovens, já convertidos em adultos e com uma experiência da vida, participam ativamente da edificaçã

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